Notícias

Notícias: Tomando posse, trazendo impacto: transvestilidades e a fotografia da política brasileiro

 
As casas legislativas de diversos territórios brasileiro vem passando por um processo de reforma. A parede que é ocupada pelas fotografias de homens brancos que historicamente se envolveram nos grandes eventos da sociedade deve no futuro ganhar outra dimensão estética e política pela insurgência de pessoas trans nestes espaços.  
Publicado: 2023-01-31 Mais...
 

Notícias: Visibilidade trans 2023: as questões biopolíticas permanecem

 

Um ano já se passou desde que escrevi para a seção de notícias da Revista Docência e Cibercultura, a pedido da Sara Wagner York. Era janeiro, e com isso lembramos do dia da visibilidade trans, dia 29. Vale a oportunidade, portanto, de fazer um balanço do que escrevi e pensar mais detidamente sobre os seguintes pontos que também merecem destaque e análise: 1) a noção de cisnormatividade; 2) o acesso a recursos de transição de gênero como uma questão biopolítica em disputa atual, sobretudo para as pessoas mais jovens; 3) o papel dos casos e dos relatos de destransição de gênero na retórica anti-trans; e 4) a relação da forma como definimos as categorias identitárias com as possibilidades de alianças políticas.

 
Publicado: 2023-01-29 Mais...
 

Notícias: TRANS(IN)VISIBILIDADES MASCULINAS: DESAFIOS E AVANÇOS A PARTIR DO GRUPO DE PESQUISA SEXUALIDADE E ESCOLA - GESE

 
A Academia, ambiente pensado, entendido enquanto espaço de produção de conhecimento, de compartilhamento e de inclusão é também um ambiente hostil no que tange pessoas divergentes, desde Indígenas, Pretas/os e LGBTQIA+, não desconsiderando ou invisibilizando também pessoas com limitações físico-motoras e diversas patologias do âmbito neurológico. É um espaço historicamente heteronormativo, cisgênero, misógino, racista e LGBTfóbico por excelência concorrendo para que tensionamentos sejam recorrentes, assim demandando que para além de Ações Afirmativas se construam parcerias diretas e indiretas com vários segmentos, dentro da Academia ou não. É dentro deste complexo ‘’Cistema ‘’que nasce o Transformando Vidas, uma parceria oportunizada pelo Gese - Grupo de Pesquisa Sexualidade e Escola, coordenado pela Profª Drª Paula Regina Costa Ribeiro e eu, um Transhomem em busca de seus iguais dentro de um espaço nem tão plural como se apregoa quando o assunto é Diversidade, ainda mais quando a analisamos dentro do recorte de gênero.  
Publicado: 2023-01-29 Mais...
 

Notícias: A CORRIDA CONTRA O TEMPO: O QUE SIGNIFICA SER UMA TRAVESTI?

 
O que significa ser uma travesti no Brasil? No dia 13 de dezembro de 2022, mais uma vez fomos relembradas na nossa condição de não humanidade. Naquele momento, uma aluna trans da UnB foi acusada de: “Cara, mas você é um cara!”, ao reagir à agressão de não poder usar o banheiro feminino da universidade.  
Publicado: 2023-01-29 Mais...
 

Notícias: Chamada aberta para novas(os) avaliadoras(es)

 

 

 
Publicado: 2023-01-25 Mais...
 

Notícias: TRANSFEMINISMO: AS VOZES DO TRAVIARCADO

 

O livro Transfeminismo foi escrito a convite de Djamila Ribeiro, que é coordenadora da Coleção Feminismo Plurais, um projeto de democratização das epistemologias negras e feministas no país. A obra foi lançada em maio de 2021 virtualmente em plena pandemia e desde então já ultrapassou a marca de 5 mil cópias vendidas, sendo traduzido para o francês com o título: "Le transféminisme: genres et transidentités" pela Editions Anacaona.

 
Publicado: 2023-01-23 Mais...
 

Notícias: NOTAS SOBRE A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA CISNORMATIVIDADE

 

A compreensão das violências institucionais que afetam a mais ampla diversidade de corpos precisa ocorrer concomitantemente ao reconhecimento das estruturas de opressão que promovem sua perpetuação. No campo das violências de gênero, as violências com as quais nos deparamos se alicerçam em uma norma cisgênera, heterossexual, endossexo e branca, que afeta corpos trans, intersexo, negros e indígenas. Como pontua Favero (2019, p. 177), “a cisgeneridade está articulada com a branquitude e a heteronormatividade, bem como de outros marcadores sociais, sexuais, de classe, raça e etnia, na produção da diferença”. Ou seja, nossa perspectiva sobre cisgeneridade deve considerar os múltiplos marcadores sociais da diferença, que são reificados por vias institucionais. A perpetuação das violências ocorre, então, sob aporte de sua institucionalização. Em vias de compreendermos como opera a transfobia institucional, é fundamental que consideremos o surgimento da transexualidade como categoria diagnóstica pela medicina moderna cisnormativa.

 
Publicado: 2023-01-23 Mais...
 

Notícias: A insegurança alimentar de pessoas trans e travestis: adotando uma perspectiva ecotransfeminista para pensar a transfobia ambiental

 
O ecofeminismo é o nome dado a todo conjunto de teorias e práticas que discute gênero e questões ambientais de forma imbricada. Sua abordagem conceitual por vezes é apresentada de forma cronológica e linear, sendo a primeira autora a forjar esse termo para sistematizar a preocupação das causas e efeitos ambientais a pensadora francesa Françoise D’Eaubonne, em Le Féminisme ou la Mort (1974). Desde então, algumas ecofeministas, principalmente aquelas situadas no Sul Global, têm utilizado o termo no plural, destacando justamente a diversidade de teorias com as quais o pensamento ecológico e feminista tem estabelecido diálogos (Rosendo e Kuhnen, 2019). Reconhecendo a importância dos ecofeminismos, neste breve artigo propomos e apontamos para a necessidade da adoção de um ecotransfeminismo. A importância, bem como a justificativa para a proposição de uma perspectiva ecotransfeminista será apresentada a seguir, a partir de um tema central para o debate socioambiental atual: a insegurança alimentar que acomete desproporcionalmente pessoas trans e travestis.  
Publicado: 2023-01-21 Mais...
 

Notícias: Cotas trans: breves reflexões sobre fraudes

 
Segundo os dados do Projeto Além do Arco-Íris/AfroReggae, também divulgado no relatório da ANTRA, 70% da população trans não concluiu o ensino médio e apenas 0,02% estão no ensino superior. A ANDIFES igualmente realizou uma pesquisa envolvendo 78% da rede nacional de ensino e seus dados mostram que apenas 0,2% dos estudantes se identificam como homens e mulheres trans e 0,6% como pessoas não binárias.  
Publicado: 2023-01-17 Mais...
 

Notícias: Feminismos exclusivos ou excludentes?

 

Mulheres negras, principalmente as feministas negras já apontavam para o fato de não serem vistas como mulheres (HOOKS, 2014) um exemplo clássico está na própria história de Sojourner Truth (1797 – 1883) ao questionar o sistema de sua época “se acaso ela não seria mulher? Truth é um desses símbolos de luta em vários sentidos, o próprio nome foi uma autodeterminação – já comumente usado por pessoas cisgêneras, direito que foi conquistado recentemente pelas pessoas trans. Quem está validada a ser chamada “mulher” quase 150 anos após a sua morte? Nesse mesmo sentido vemos a negação da mulheridade de travestis e mulheres trans, para ainda serem movidos esforços que tentam responsabilizá-las pelas opressões praticadas pelos sistemas dominados por homens cisgêneros. Judith Butler, cujo gênero foi retirado dos seus documentos pessoais como forma de reivindicar não loci a partir do que há entre suas pernas perguntava em “Problemas de Gênero” seu livro de 40 anos “quem é o sujeito do feminismo?” e se seria “possível, pensar de forma categórica e universalizante em ‘mulher’?”

 
Publicado: 2023-01-12 Mais...
 

Notícias: “Outros profissionais, outras experiências: tensionamentos e perspectivas outras a partir do ingresso de pessoas trans e travestis no mercado formal de trabalho”

 
Não é mais novidade que o mundo do trabalho vem sofrendo uma série de transformações, desde as questões relativas aos modelos de trabalho – esse ponto em específico potencializado pela pandemia do COVID-19[1]-, passando pelo olhar cada vez mais atento à experiência da pessoa colaboradora, até chegar à valorização da agenda ESG, que trata das questões relativas aos campos social, ambiental e de governança dentro das corporações.  
Publicado: 2023-01-10 Mais...
 

Notícias: “Fiz e estou satisfeita”

 

Para ilustrar e ser tomado como elemento para reflexão neste Mês da Visibilidade de Pessoas Trans e Travestis de 2023, trago o relato sobre uma pessoa trans nascida em Lavras, em 1940. No momento de seu nascimento, foi-lhe atribuído um nome, que vou identificar com as iniciais DLR, e o sexo masculino, tendo sido criada e educada dentro do padrão de gênero masculino. Em algum momento de sua infância, sua família transferiu-se para Belo Horizonte, onde DLR cresceu e construiu seu círculo de amizades e sociabilidade ao longo dos anos 1950 dentro do universo de homens homossexuais. Nesse círculo de convivência, DLR era reconhecida como Margô. Este relato se deterá apenas no período entre 1960 e 1965. A base da narrativa que trago são as reportagens dos periódicos que cobriram o ato cometido em dezembro de 1965, os depoimentos constantes do inquérito policial gerado por esse evento e as entrevistas feitas com três pessoas que conheceram Margô.

 
Publicado: 2023-01-09 Mais...
 

Notícias: Por uma visibilidade trans que seja de janeiro a janeiro: inserção dos campos nome social e identidade de gênero nos Sistemas de Vigilância em Saúde do Brasil

 
A sociedade cisnormativa define bem aquilo que entende pelos papéis do que se entende por homem e por mulher. Parte desse entendimento se realiza com base em aspectos biológicos, tais como a genitália, considerando a hegemonia das definições biomédicas. Pessoas que possuem pênis são classificadas como homens e as que têm vagina, como mulheres (SIMAKAWA, 2016. YORK, 2020).  
Publicado: 2023-01-05 Mais...
 

Notícias: Desaprendendo a Univer(cis)dade: A Ação da Rede Trans UERJ

 
Desde que a cruel realidade de exclusão da população trans-travesti das instituições de ensino se tornou um debate público de crescente visibilidade e relevância, a inclusão se tornou parte do nosso vocabulário político. Os discursos dominantes de inclusão e diversidade nos espaços acadêmicos, no entanto, raramente se propõem a questionar as lógicas fundamentais de agressão sistêmica das instituições que nos incluem. Dessa forma, os corpos de pessoas trans e travestis universitárias, doutoras e docentes se tornam “telas sobre as quais o mito da meritocracia se projeta” (SPADE, 2010, p. 80). Muito se pode dizer sobre o que a univer(cis)dade tem a oferecer para as pessoas trans e travestis. A partir das conquistas como as de Luma Andrade, primeira travesti no Brasil a se tornar doutora em 2012 (apenas em 2012!), das muitas travestis docentes e educadoras como Megg Rayara Gomes, Sara Wagner York, Jaqueline Gomes de Jesus, Isadora Ravena, Dani Balbi, entre outras; do doutorado honoris causa de João Nery em 2018 (UFMT) e de Keila Simpson em 2022 (UERJ), e o doutorado de Vicente Tchalian, o primeiro homem trans a conquistar o título em 2021 (curiosamente, também na UFMT), a univer(cis)dade pode reconhecer que as pessoas trans-travestis têm muito a ensinar. A mensagem dos movimentos sociais é clara: temos muito a ensinar, mas nada sobre nós será feito sem nós. (YORK, OLIVEIRA & BENEVIDES, 2020). Não podemos desacreditar o interesse genuíno da univer(cis)dade de aprender conosco e sobre nós. No entanto, o desejo — ainda mais importante! — de desaprender as próprias lógicas de poder e violência ainda não parece fazer parte desses projetos de inclusão.  
Publicado: 2023-01-05 Mais...
 

Notícias: TRAVESTEENS

 
Falar sobre travestilidade, principalmente com o recorte geracional da juventude, torna-se impossível sem citar também aquelas que lutaram para que pudéssemos cada vez mais cedo sermos nós mesmes, e além disso para que não sofrêssemos com a repressão familiar como foi culturalmente imposto. Além do direito de estudar com o mínimo de dignidade (esse ainda segue como um dos problemas principais a ser combatido) entre diversos outros direitos conquistados na lei através de muita luta, como o uso do nome civil e social, enquanto o uso dos banheiros depende de leis estaduais e municipais - por não ter sido ainda votado nos âmbitos legislativo federal e judiciário. Direito na lei, mas em caminho de se tornar direito de fato.  
Publicado: 2023-01-04 Mais...
 

Notícias: A POSSE PRESIDENCIAL: SUBINDO A RAMPA E PRODUZINDO SENTIDOS

 
A cena ocorre na subida da rampa do Congresso e é composta por um menino negro, Francisco Filho, 10 anos, estudante, uma mulher negra, Aline Sousa, 33 anos, catadora, o maior e mais reconhecido líder indígena representante do povo Caiapó, Cacique Raoni, 90 anos (aliás não se sabe a idade exata de Raoni, mas seria entre 90 e 92). Um adendo: Raoni significa sexo das onças na língua txucarramãe, língua de seu povo. Ainda lá, o metalúrgico Weslley Rocha, 36 anos, o professor Murilo Jesus, 28 anos, a cozinheira Jucimara Santos, o artesão Flávio Pereira, 50 anos. Ainda duas figuras bem diferentes das cenas públicas e protocolares de uma posse presidencial, um membro da comunidade LGBTI+ e pessoa com deficiência, o influencer anticapacitista Ivan Baron e a cachorrinha adotada que viveu no acampamento de apoio a Lula montado em Curitiba durante sua prisão, a Resistência. Ivan significou muito por ser PcD, mas por trazer a intencionalidade do corpo queer. Historicamente homens cis heteros ou nem tão heteros já desfilaram suas subversões estéticas sexuais. A contracultura marcou os anos 1960 com roupas e assessórios que remetiam homens a intencionalidade de seu feminino e mulheres ao oposto, numa conversa binária e bem cheia de fantasmas. Chamo de fantasma a dimensão de uma estética 100% masculina ou feminina. O corpo travesti é sempre audacioso por que preenchido de formas permanentes ao longo da história, isto é, silicones, próteses, sobrancelhas, pinças, unhas e outros elementos, a fixação de uma identidade nos retirava de cena. Não bastava rebolar, como Ney Matogrosso, era a intervenção estética de modo permanente que nos alocava aos espaços da exclusão. A frase muitas vezes ouvida por muitas de nós era, “tudo bem ser bixa, mas precisa mostrar?”.  
Publicado: 2023-01-03 Mais...
 

Notícias: Vamos navegar pelo Cariri por meio das linguagens audiovisuais?

 

Diante de uma geração que passa por mudanças no uso, na apropriação e na produção de tecnologias digitais, questionamo- nos:  Como podemos apoiar a disseminação de uma ciência decolonial, abrindo espaço para novas práticas com a linguagem multimodal? Por que não utilizamos produções audiovisuais no locus acadêmico?

 Essas questões acompanharam nossas indagações por longos dias, durante a oferta das disciplinas “Arte, Cultura e Educação”, “Currículo e Desenvolvimento Curricular”, "Docência da Língua Portuguesa nos anos iniciais do Ensino Fundamental" e “Pedagogia: História e Identidade Profissional” ofertadas no Curso de Pedagogia na Universidade Federal do Cariri – UFCA no semestre letivo 2022.1. Afinal, estamos atuando com nativos digitais (Prensky, 2010), que desenvolvem processos criativos por meio de novos gêneros digitais e que vivenciam o poder das tecnologias para expressar suas ideias de diferentes formas em seu cotidiano. Com isso,  identificamos o quanto o uso vídeo foi sendo potencializado, desde a publicação dos stories, reels, tik tok por esses estudantes. Portanto, a prática cultural do uso da imagem, intensificou-se com a produção audiovisual, marcada pela  multimodalidade da linguagem no contexto cibercultural. (SANTOS, 2014)

 
Publicado: 2022-12-16 Mais...
 

Chamada Número Temático: Submissão de trabalhos para Números Temáticos de 2023

 
 
Publicado: 2022-11-16 Mais...
 

Notícias: Para sermos antirracistas, não precisamos mudar de cor. Sejamos nós mesmos!

 

Estou acompanhando e praticando, com meu grupo de pesquisa, um movimento antirracista nas práticas curriculares, no campo da Educação e, mais precisamente, em alguns programas de pós-graduação pelo Brasil. No meu caso, esse movimento vem acontecendo progressivamente, desde o início da carreira acadêmica, lá pelos idos dos anos 90 do século passado. Mesmo assim, e sobretudo, esse não é um movimento fácil para a minha geração. Além de sermos formados por uma academia colonizadora, muitos de nós não contamos com uma história de “letramento racial” dentro do seio de nossas próprias famílias.

 
Publicado: 2022-11-14 Mais...
 

Chamada Número Temático: Os sons na criação de ‘conhecimentossignificações’ – o uso de artefatos culturais nas redes educativas da formação docente

 

O podcast é um artefato cultural à prática de distribuição de conteúdos digitais tradicionalmente associada a produções sonoras e que tem experimentado um significativo crescimento nos últimos anos na educação, tanto em termos de diversidade de programação quanto de número de ouvintes. Em nossas pesquisas, o podcast foi uma das principais maneiras encontradas durante a pandemia para a produção de ‘conhecimentossignificações’. Nesse sentido, o podcast é também uma emergência, um ato de currículo. O fenômeno podcast tem sido experienciado em diferentes níveis de ensino, da pré-escola, educação básica à pós-graduação. Neste último, tem encontrado na formação docente, principal meio também de circular as pesquisas - um movimento necessário para a produção científica das ‘práticasteorias’ dentro e fora da escola. Refletir sobre seus usos pelos praticantes nos cotidianos das pesquisas em educação se torna urgente.

 
Publicado: 2022-10-28 Mais...
 

Chamada Número Temático: Elas/es nas redes: decolonialidade nas pesquisas e nas docências sobre/na/com a cultura digital

 
A cultura digital tem sido produzida por todas as pessoas que desenvolvem, integram, dialogam, debatem, estudam, cocriam, enfim, interatuam na sociedade, compreendendo as singularidades e a pluralidade de contextos socioculturais mediados pelo digital (pela tecnologia da comunicação). Trata-se de uma cultura contemporânea que coloca todos/as/es em relação. Por meio da cultura digital coexistem saberes e dispositivos que integram os seres humanos e abrem múltiplas possibilidades para o acesso, a produção, a cocriação, a transformação, a hibridização e a integração de dados, de informação, de conhecimentos produzidos pelas pessoas do/no mundo.  
Publicado: 2022-10-15 Mais...
 

Notícias: Carta - De Estudantes de Pedagogia ao Grande Educador Paulo Freire

 

Querido Paulo Freire, 

Hoje é o dia 19 de setembro de 2022, começamos a te escrever depois de termos a experiência de ti conhecer um pouco e falar contigo através de cartas. As leituras delas foram um sucesso então resolvemos uni-las em uma só, para te homenagear. Acredito que estás perguntando quem é que vos escreve. Bem, somos uma turma do terceiro semestre do curso de licenciatura em Pedagogia na Universidade Federal do Cariri - campus de uma pequena cidade no interior do Ceará, chamada de Brejo Santo. O nosso curso Paulo é novo, ainda irá completar dois anos, ele representa a luta, garra, determinação e amor pela educação de dezenas de profissionais e de alunos que lutam para trazer um novo esperançar para a Pedagogia,  diante do descaso que a educação sofre nos dias atuais no Brasil.

 
Publicado: 2022-09-26 Mais...
 

Chamada Número Temático: Currículo, Cibercultura e Povos Indígenas

 

O Brasil tem uma vasta produção curricular para a educação de indígenas, passando pelas experiências educacionais com os Jesuítas no Brasil Colônia e Império, pelos processos educativos dos Diretórios dos Índios no período Pombalino, até a educação para a civilidade nacional na Primeira República. A partir da década de 1990, após a Constituição Federal de 1988 e com a LDB 9.394/1996, a Educação Escolar Indígena passa a despertar como modalidade uma série de políticas curriculares, dentre elas, o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI), uma das primeiras tentativas de fixação curricular para a Educação Escolar Indígena no país, acompanhando o movimento dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s).

 
Publicado: 2022-08-29 Mais...
 

Notícias: O que transborda, atravessa e afeta. Discussões a cerca das infâncias e a branquitude.

 

Esse texto é um recorte da Dissertação de Mestrado intitulada: “Resistir na Educação Infantil: pela possibilidade de uma educação não sexista”. E tem como objetivo pensar nas concepções de gênero e raça nos cotidianos da Educação Infantil a partir de brincadeiras, interações, falas, olhares e gestos, onde se evidencia aspectos ligados a construção da branquitude e o racismo estrutural. O texto traz relatos de experiências da autora que ocorreram em uma Instituição pública de ensino em que trabalha. A intenção desta narrativa é expor e problematizar a produção de sentidos e significados com uma turma de Educação Infantil, composta majoritariamente de crianças negras, tendo como professora uma mulher branca. Considerando que as normas e enquadramentos que cercam tanto a professora, quanto as crianças, podem moldar seu campo de visão (BUTLER, 2017). Essas percepções, adquiridas através de referencias culturais em articulação com os processos curriculares, acabam por produzir diferença. Desta forma, o texto traz enredos cotidianos capazes de expor e problematizar a branquitude. Levantando questões referentes à responsabilidade das pessoas brancas na construção de um racismo que é institucional e se mantém/produz nas estruturas cotidianas.

 
Publicado: 2022-03-18 Mais...
 

Notícias: Corpos Possíveis: Cirurgia de Readequação Genital

 
A transgeneridade é uma realidade que ocorre desde os tempos mais remotos e primordiais. Atualmente, está em voga como uma discussão nos mais diversos círculos. O termo transgeneridade funciona como uma espécie de termo guarda-chuva dentro da qual existem as vivências multifacetadas e plurais das travestilidades e transexualidades. (YORK/GONÇALVES JUNIOR; OLIVEIRA; BENEVIDES, 2020).  
Publicado: 2022-01-31 Mais...
 

Notícias: A QUEM INTERESSA MINHA DOR? TRAVESTIS NEGRA EM PRIMEIRA PESSOA

 
O presente texto pretende apresentar, através de uma narrativa em primeira pessoa, nuances dos processos de construção da  afetividade de travestis e mulheres trans negras. Parto do campo subjetivo, explanando o lugar social por mim ocupado, trazendo pontos profundos que atravessam a minha existência e de outras mulheres a fim de refletirmos sobre como experienciamos o amor e o afeto e/ou a ausência dos mesmos.  
Publicado: 2022-01-31 Mais...
 

Notícias: As conquistas simbólicas e efetivas do movimento e população LGBTQIA+ globais em 2021

 
As últimas duas décadas do século XXI foi possível elencar importantes avanços a nível global em relação aos direitos LGBTs. Neste início da terceira década do século XXI, também foi possível constatar uma série de avanços culturais, políticos e jurídicos da população LGBTQIAP+.  
Publicado: 2022-01-28 Mais...
 

Chamada Número Temático: Os fenômenos da Cibercultura e suas redes de docência e aprendizagem: inspirações, dilemas e experiências...

 

A cultura contemporânea, associada aos usos das tecnologias digitais em rede, recria constantemente as relações entre a técnica e a vida social. Não podemos compreender os paradoxos, as potencialidades e os conflitos atuais sem a compreensão da cibercultura e seus fenômenos sociotécnicos. Nas redes sociais, e especificamente nos ambientes virtuais de aprendizagem, saberes são produzidos principalmente no que se refere a aprender com o outro, cocriando redes de docência e aprendizagem.

 Neste contexto, o movimento do presente dossiê caracteriza-se por apresentar artigos científicos e materiais sob o formato de vídeos, áudios, resenhas, relatos de experiências, apresentando, assim, novas ambiências formativas, nos diversos espaçostempos e tessituras da hipermídia:

Movimentos que integram narrativas digitais e transmídia, o fenômeno dos Bookstubers, Youtubers e Influencers digitais, as Plataformas de Streaming, Podcasts, Lives, Cineclubes e Clubes de leitura online, experiências e autorias no ensino remoto, infâncias conectadas, Games e eventos online, entre tantos outros fenômenos que compõem a paisagem contemporânea.

 Procuramos assim, pensar, refletir e analisar se essas práticas influenciam suas/nossas ações nas diversas redes educativas em que atuam professores e alunos.

Organizadores: Rosemary dos Santos (UERJ) e Tania Maddalena (UERJ)

Submissões: 27/01/2022 a 30/04/2022

Previsão de publicação: 2022.02

Diretrizes para os/as autores/as: regras de submissão

 
Publicado: 2022-01-27 Mais...
 

Notícias: “Isto não é sobre Nós”

 

“Isto não é sobre nós" surgiu em 2018 durante uma residência artística com o Coletivo Ruidosa Alma, em Pelotas. Iniciava-se uma investigação sobre a arte, a impressão das gravuras, os retratos apagados, as identidades, a censura, a ditadura e a operação militar existente no imaginário brasileiro e, especialmente, no interior do Rio Grande do Sul com sua nova feição bolsonarista. 

Durante a produção dessa obra se tinha a necessidade de apontar para os abusos, para alguns traumas deixados pelo imaginário reiterado pelo poder. O poder que historicamente produz a subalternização de determinadas pessoas em detrimento de outras. 

 
Publicado: 2022-01-26 Mais...
 

Notícias: Parentalidades de pessoas trans e travestis

 
Família e parentesco são temas abordados em incontáveis estudos e em diversas áreas de conhecimento, como as ciências sociais, humanas, e da saúde. Essas temáticas são abordadas tanto em um contexto brasileiro quanto em um contexto global; tanto no tempo passado quanto no tempo presente. Porém, são de pouca monta os estudos que tratam de famílias nas quais há pessoas trans e travestis. Ainda mais raros são aqueles em que tais indivíduos exercem a parentalidade. O funil se estreita até quase se fechar quando é admitida a possibilidade de que seja uma pessoa trans/travesti a realizar esse tipo de pesquisa. Exatamente por isso que é simbolicamente inestimável que este texto seja baseado em minha dissertação de mestrado, pois sou uma mulher transgênera, vinculada ao Instituto de Medicina Social Hésio Cordeiro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS-UERJ), estudando a parentalidade de pessoas trans e travestis e me pautando em uma perspectiva transfeminista.  
Publicado: 2022-01-26 Mais...
 

Chamada Número Temático: Fake News, Cibercultura e Educação Básica

 
As fake news, ou desinformação, podem ser definidas como relatos que inventam ou alteram os fatos disseminados em larga escala nas mídias sociais por sujeitos interessados nos efeitos que elas podem produzir nas pessoas. No que concerne às consequências, as fake news refletem nos aspectos sociais, políticos, econômicos, culturais e sanitários, além das consequências antidemocráticas – como a perturbação do sistema eleitoral. Nesse contexto, a proposta deste dossiê é compartilhar resultados de investigações e projetos sobre a temática que contribuam com o enfrentamento desta problemática na educação básica, na interface da formação docente com o uso de tecnologias digitais, em parceria com a universidade, em rede colaborativa, apontando como as experiências pedagógicas e projetos realizados têm pautado o tema e realizado intervenções, que resultaram sobretudo, na formação de docentes e estudantes no combate às fake news, concebendo a escola com uma comunidade cujo ato educativo é politico, ético, estético e, portanto, co responsável, por uma formação critica de leitores/as e produtores/as de mensagens, atentos/as aos discursos veiculados de modo reiterado nas mídias sociais na cibercultura, cujos efeitos de sentidos em época de pós-verdade apontam para implicações à construção do conhecimento com base científica, tanto para os estudantes, quanto para os docentes, bem como para a sociedade em geral. Nosso desafio é assegurar o combate às notícias falsas em contexto cibercultural, também na educação básicaem defesa de ações formativas, democráticas e auto formativas, dando visibilidades às intervenções e experiências que vem sendo realizadas no combate às Fake News.  
Publicado: 2022-01-25 Mais...
 

Notícias: Comitê de Apoio à Diversidade do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF) da UFRJ: A luta por um ambiente acadêmico mais plural

 
No dia 29 de janeiro de 2022, completa-se um ano que a semente da diversidade, plantada no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), começou a germinar. O primeiro evento que o atual Comitê de Apoio à Diversidade (DIVERSIDADE; imagem 1) foi mencionado se tratou de um encontro virtual promovido pelas coordenadoras do Pós Graduação em Ciências Biológicas (Biofísica), as professoras Dr. Susana Frases Cajal e Dr. Christianne Bandeira de Melo. A ideia desse encontro surgiu durante uma conversa descontraída ao telefone com um dos membros fundadores e idealizador, Fernando Luz de Castro, egresso do IBCCF e atualmente membro honorário do DIVERSIDADE. Uma vez que a coordenação do Instituto já contava com a bem alicerçada iniciativa denominada Comissão de Apoio à Saúde Mental, por que não aproveitar a comemoração do Dia Nacional da Visibilidade Trans no dia 29 de janeiro e realizar uma ação afirmativa?  
Publicado: 2022-01-24 Mais...
 

Notícias: Medo de um planeta cis

 
A expressão “cisgênero” tem avançado cada vez mais em nossos debates, espaços de comunicação, programas e reportagens televisivas. Fruto da década de 1990, o termo “cis” chegou ao Brasil por intermédio de algumas intelectuais. Aline Freitas, Leila Dumaresq, Jaqueline Gomes de Jesus e Hailey Kass deram início a um projeto que foi acompanhado por Viviane Vergueiro e Bia Bagagli, amplamente responsáveis por complexificar o entendimento introdutório atribuído à palavra cisgeneridade.  
Publicado: 2022-01-24 Mais...
 

Notícias: O silêncio da endocissexualidade

 
Desde o fim de 2015, a comunidade Intersexo tem feito pelas redes sociais e hoje pela ABRAI (Associação Brasileira de Intersexo), um movimento de chamar atenção da sociedade e da comunidade médica sobre nossas demandas. Nossa luta é por visibilidade em primeiro lugar, além de apontarmos a necessidade se olhar para a Mutilação genital em bebês e a hormonização forçada.  
Publicado: 2022-01-24 Mais...
 

Notícias: Visibilidade trans 2022: estigmas e mitos ainda persistem no feminismo

 
Janeiro é referenciado como mês da visibilidade trans, momento em que buscamos evidenciar os movimentos de luta por cidadania da população travesti, transexual e transgênera. Infelizmente, estigmas e mitos a respeito da nossa população persistem e são reiterados muitas vezes em nome do movimento feminista, sobretudo pelo assim chamado feminismo radical trans-excludente (referenciado usualmente como “radfem” ou TERF). Pretendo neste breve texto abordar alguns dos principais mitos ou erros que esta corrente ainda perpetua sobre mulheres trans e travestis.  
Publicado: 2022-01-22 Mais...
 

Notícias: Transamadurecer

 
Amadurecer é sempre uma palavra ambígua e capciosa quando aplicada a vidas humanas, especialmente quando pretende significar crescimento, experiência e consciência adquiridos pelas pessoas com o avançar dos anos. Nada mais enganoso do que supor que mais idade corresponde a maior maturidade.  
Publicado: 2022-01-22 Mais...
 

Notícias: Dororidade: Dor que só as Mulheres Transexuais e Travestis Negras Sentem

 

“Ser negra, na integridade...

Ser negra, de carapinhas. de dorso brilhante, de pés soltos nos caminhos.

Ser negra, de negras mãos, de negras mamas, de negra alma”.

 
Publicado: 2022-01-21 Mais...
 

Notícias: Quem busca ensinar? A prática da docência marginal

 

Es docentes bons no Brasil, a cada ano que passa, sofrem um estremecimento de suas certezas. A primeira certeza a ruir é a de que a comunicação é perfeita, e acontece sempre, de que a acústica da sala faz as vozes que ali circulam atingirem os ouvidos presentes, de que as palavras serão lembradas. Muita coisa está no meio entre o que se fala e o que se escuta.

 
Publicado: 2022-01-19 Mais...
 

Notícias: PARA CINECLUBES E CLUBES DE LEITURA DE, COM E PARA MULHERES: VEM CONVERSAR ONLINE COM ALGUNS VISUAIS STORYTELLING!

 
Quem conhece nossa obra sabe bem que cibercultura é para nós sempre um conjunto de práticas, experiências e invenções na relação cidade-ciberespaço. Sou daquelas que habitam as cidades e com elas aprendo, educo e me reinvento. Sou diarista, sempre deixo rastros desse caminhar ubíquo com narrativas imagéticas, textuais e sonoras e por que não dizer hipermidiáticas? Sou de ir ao cinema, sou rata de livraria. Leio com e no meu dispositivo online, mas não abro mão de um bom impresso. Amo livros, me apaixono pelas edições, amo seus cheiros. Capas, textos de orelhas e quartas-capas me capturam. Assim como me relaciono com os livros sejam eles eletrônicos ou impressos, me relaciono super bem com o clássico cinema e os filmes nas plataformas. Amo a sala de cinema e seu combo básico: ir ao cinema, frequentar livraria antes ou depois dos filmes, bares e ou restaurantes com amigos, alunos e família para conversar sobre os filmes. Muitas vezes converso comigo mesma, amo viajar e sair sozinha.  
Publicado: 2021-09-30 Mais...
 

Chamada Número Temático: Processos formativos e criação de artefatos digitais durante o ensino remoto: desafios da docência em tempos de crise

 
Os professores foram os agentes que deram respostas mais rápidas à crise instalada com a suspensão das aulas presenciais. No Brasil, com mínimo apoio de políticas públicas de formação, equipamentos e infra-estrutura para o ensino remoto, os professores foram protagonistas de processos formativos mediados por tecnologias e na criação e re-invenção de diversos artefatos digitais para atender à demanda do ensino remoto. Este dossiê pretende reunir relatos de experiências e artigos teóricos sobre o desafio do exercício da docência em tempos de crise. Artigos sobre a educação no cenário pós-pandemico e as repercussões do ensino remoto na aprendizagem dos estudantes também serão aceitos neste Dossiê.  
Publicado: 2021-08-03 Mais...
 

Notícias: Letramento racial para todas as pessoas! Inclusive para cientistas ...

 

O BBB 2021 acabou e entramos noutro, a CPI da Covid. Seria entretenimento se não fosse trágico. Mais de 500 mil brasileiros mortos pelo vírus e pela ausência de políticas públicas e lideranças responsáveis. Todos nós conhecemos ou temos notícias de pessoas que lamentavelmente fazem para dessa estatística. A demora pela compra das vacinas, ausência de campanhas nacionais sintonizadas com a Ciência global e a Fake News em torno de um tal “tratamento precoce”, são apenas alguns temas da atual CPI liderada pelo Senado Brasileiro. CPI esta que se constitui em dispositivo de esperança e expressão de democracia. CPI esta liderada também por personagens golpistas, que direta ou indiretamente são responsáveis por este estado de “democracia em vertigem”.

 
Publicado: 2021-08-03 Mais...
 

Chamada Número Temático: EDUCAÇÃO MUSEAL E A PANDEMIA DE COVID-19

 

A Educação Museal vem consolidando-se como campo científico, profissional e político  desde a segunda década do século XXI, no Brasil, a partir de esforços de educadores, agentes do poder público, instituições e pesquisadores. A Pandemia de Covid-19 desvelou o necessário estreitamento da relação entre as características sociotécnicas da contemporaneidade (cibercultura) e os campos dos Museus e da Educação Museal, evidenciando discussões e tornando explícitos desafios e práticas que já eram realidade no fazer educativo e nos debates deste campo, como, por exemplo, a Educação Museal Online. Esse Dossiê receberá artigos, resenhas, propostas de exposições online, vídeos, relatos de experiência e entrevistas, que versem sobre ações realizadas, desdobramentos práticos, teóricos e políticos e perspectivas abertas pelo advento da Pandemia de Covid-19, considerando seus efeitos sobre a Educação Museal. Serão aceitos trabalhos que apresentem experiências e debates acerca da formação de educadores museais, da função social e educativa do museu diante da crise sanitária e humanitária internacional, efeitos sobre a profissionalização dos educadores e suas condições de trabalho, bem como experiências e desafios vivenciados on e offline no período pandêmico e as perspectivas de seus reflexos para o futuro teórico-político-prático da Educação  Museal.

 

Submissões: 12/07/2021 a 31/12/2021

Organizadores: Frieda Marti (UFRRJ e SAE, Museu Nacional/UFRJ), Andréa Costa (SAE, Museu Nacional/UFRJ e Escola de Museologia/UNIRIO) e Fernanda Castro (Museu Histórico Nacional)

Previsão de publicação: 2022.01

Diretrizes para os/as autores/as: regras de submissão

 
 
Publicado: 2021-07-12 Mais...
 

Notícias: O Amor na "Quarentena": entre cartas e despedidas no ciberespaço

 

Inicio o presente texto solidarizando-me com tantas pessoas que perderam seus amores nesse período pandêmico, que se alonga desde o começo de 2020. A exemplo da amiga Betânia Gomes, que chora o luto de sua mãe, a Sra. Maria Aparecida, em decorrência da Covid-19; do amigo Sérgio Presley, que se foi deixando áudios agonizantes; do amigo Antônio Dóri, que não teve tempo para se despedir da sua esposa Neuverina; do amigo Thomaz, do Canto Mineiro, que não vai poder ver os filhos crescerem; dos amigos Carlão e Aldízio, que muito contribuíram com a educação cearense, sem falar nos incontáveis colegas professores e professoras de todo o Brasil e do mundo. As partidas são inúmeras!  Já somam-se quase 500 mil mortes só em nosso país.

 
Publicado: 2021-06-17 Mais...
 

Notícias: O ensino híbrido como “a bola da vez”: Vamos redesenhar nossas salas de aula no pós-pandemia?

 
“Ensino remoto” foi a noção de “ordem” do ano de 2020, quando o assunto educar durante a pandemia da covid-19 estava em pauta. A pandemia nos confinou no espaço da casa, para quem pôde e ainda pode viver o distanciamento físico, apartando-nos literalmente dos contextos físicos e dos espaços urbanos em geral....  
Publicado: 2021-06-02 Mais...
 

Notícias: Carta a Paulo Freire

 

Querido Paulo,

Ao escrever esta carta para compartilhar, contigo, os sentimentos que invadem meu coração, neste momento, penso:

 
Publicado: 2021-05-11 Mais...
 

Notícias: O QUE SIGNIFICA O GOOGLE FOR EDUCATION NA EDUCAÇÃO PÚBLICA?

 
Este texto emergiu de um sentimento de indignação produzido diante dos discursos de outros educadores que assim como eu enfrentam os desafios da educação, em especial da educação pública tanto na esfera municipal, quanto na esfera estadual do Rio de Janeiro. Discursos esses que defendem os sutis processos de privatização do ensino público em nível fundamental, médio e técnico. Mais especificamente quanto às posturas docentes que reverenciaram as soluções informáticas de iniciativa privada como a adoção da proposta Google For Education no âmbito das escolas públicas na cidade do Rio de Janeiro. Por que há objeções de parte da comunidade escolar quanto à adoção por parte do governo do Google For Education para escolas públicas no estado do Rio de Janeiro?  
Publicado: 2021-04-13 Mais...
 

Notícias: Educadores/as do Museu Nacional em resgate: sobre a coleção didático-científica da seção de assistência ao ensino

 

O Museu Nacional (MN) conta com coleções científicas, didáticas e expositivas, que cumprem funções específicas, igualmente importantes, e voltadas a públicos diversos. Uma das coleções do MN é a Coleção Didático-Científica da Seção de Assistência ao Ensino (SAE), o primeiro setor educativo de um museu brasileiro. Neste texto abordaremos essa Coleção singular, seus usos e seu potencial para a Educação, assim como os impactos do incêndio, ocorrido em 2 de setembro de 2018, sobre a mesma e o trabalho da equipe do setor educativo em seu resgate.

 
Publicado: 2021-04-09 Mais...
 

Chamada Número Temático: Docência na Cibercultura: contribuições da obra de Paulo Freire

 

Organizadores: Edméa Santos (UFRRJ) e Lucila Pesce (UNIFESP)

Prazo para o envio dos artigos:  09/02/2021 a 31/07/2021

Diretrizes para os/as autores/asregras de submissão

Edição de publicação: v. 5, n. 4, 2021

 
Publicado: 2021-02-09 Mais...
 

Chamada Número Temático: Chamadas abertas 2021

 

Docência na Cibercultura: contribuições da obra de Paulo Freire

Submissões: 09/02/2021 a 31/07/2021

Organizadores:  Edméa Santos (UFRRJ) e Lucila Pesce (UNIFESP)


Corpos, gêneros e sexualidades em meio ao caos: (sobre)vivências em tempos de pandemia

Submissões: 01/09/2020 a 15/09/2021

Organizadores:  Dr. Dilton Ribeiro Couto Junior (UERJ/FEBF), Dr. Leandro Teofilo de Brito (Colégio Pedro II), Dr. Ivan Amaro (UERJ/FEBF) e Dr. Jonas Alves da Silva Junior (UFRRJ)

 

Educação matemática e cibercultura em tempos de mobilidade ubíqua

Submissões: 01/09/2020 a 30/09/2021

Organizadores: Prof. Dr. Carloney Alves de Oliveira (UFAL)

 
Publicado: 2021-07-14 Mais...
 

Notícias: Escrita acadêmica em coautoria

 
Inúmeros textos que tratam de questões relacionadas à escrita acadêmica e à metodologia concentram-se em uma perspectiva individualista e eurocêntrica, que parte do pressuposto de que apenas uma pessoa será a autora do conteúdo. Apesar disso, a escrita em colaboração é uma das possibilidades mais usuais para a divulgação dos resultados de pesquisas científicas. O estranhamento diante da ausência de sua abordagem de maneira mais aprofundada alimentou nosso interesse em elaborar estes parágrafos, cujos pilares defendidos aliam-se à forma com a qual vão sendo desenhados: não apenas por uma autora, mas por duas.  
Publicado: 2021-02-01 Mais...
 

Notícias: Racismo, mulheres e nossas perdas diárias

 

“Raiva é cheia de informação e energia.” Audre Lord

Venho me debruçando na reflexão sobre o sofrimento que o racismo traz a todo povo negro. Sabemos que muitos intelectuais brancos por anos e mais anos descreveram sobre o sofrimento da escravidão – tendo a acreditar que para nós pessoas negras, esses trabalhos ressoam como uma espécie de revisitação sádica do nosso sofrimento.

 
Publicado: 2021-01-11 Mais...
 

Notícias: E de repente, a aula foi para o ciberespaço

 

No presente relato, sou provocada a expressar minhas memórias enquanto docente no contexto da pandemia.  Ao discorrer sobre o vivido: sensações, emoções, frustrações, expectativas, desafios, etc. Enfim, um leque de experiências que marcam esses poucos mais de nove meses de aulas em que as aulas foram para um ciberespaço.

 
Publicado: 2021-01-08 Mais...
 

Notícias: Por que tudo é branco? A importância do protagonismo negro na literatura infanto-juvenil

 
Eu nasci na Baixada Fluminense em outubro de 1980. Das minhas irmãs, sou a mais nova e a que tem a pele mais clara. Nasci numa família em que pessoas brancas eram minoria. A medida em que eu crescia, mudanças aconteciam no meu corpo, e na maneira como as pessoas me viam. Meu cabelo mudou. Foi encrespando. Eu passei a ouvir comentários como “mas o cabelo dessa menina era tão bom, como foi ficar ruim desse jeito”.  Lembro que eu corria quando inventavam de pentear meu cabelo seco. Logo eu aprendi a não deixar que ninguém encostasse no meu cabelo. Porque sempre que isso acontecia, eu sofria, ou algo ruim acontecia, como fazer o corte de Chitãozinho e Xororó.  
Publicado: 2020-12-29 Mais...
 

Notícias: Protegem-me, logo não existo

 
Dos criadores de: mulher deve ser privada da atuação na vida pública do século XX, em detrimento de um bom desempenho doméstico e da preservação de sua honra e a de seu marido, vem aí: Isadora Basile (2002-) demitida pela empresa Microsoft no dia 16 de outubro de 2020, apenas por ser mulher. A transnacional alegou essa decisão  para proteger a integridade da agora “indefesa” ex-funcionária, em razão de uma série de ameaças e assédios vinculados a comentários machistas.  
Publicado: 2020-12-09 Mais...
 

Notícias: DEU MATCH: CIÊNCIA NA PODOSFERA

 

A ampliação do acesso às tecnologias digitais vem provocando uma revolução no modo de consumo midiático na sociedade atual. Nesse cenário, os meios de comunicação de massa cedem cada vez mais terreno para as mídias digitais, inseridas e adaptadas ao contexto da Cibercultura. Assim, várias alterações culturais e sociais são capitaneadas por elas, através de formatos capazes de engajar um número crescente de usuários ávidos por informação, entretenimento e educação.

 
Publicado: 2020-10-06 Mais...
 

Notícias: “Pole dance”: entre preconceitos, invenções ciberfeministas e educação online

 

Entre outras práticas, o ciberfeminismo se caracteriza pelo protagonismo de mulheres na cibercultura. Neste texto especificamente, tratamos do tema da pole dance como dispositivo de práticas feministas que lançam mão da arte e das expressões corporais combinadas com narrativas digitais para o exercício de suas práticas ativistas. Em tempos de pandemia da covid-19, os ativismos feministas são muitas vezes criticados e ignorados pela grande parte da sociedade, inclusive por órgãos e instituições do Estado que deveriam apoiar o cidadão e a cidadã no exercício dos seus direitos, inclusive no âmbito dos direitos civis.

 
Publicado: 2020-09-29 Mais...
 

Notícias: O AMOR na "QUARENTENA": das cartas ao ciberespaço

 

No presente texto de gênero autobiográfico, sou movida a refletir sobre como as relações afetivas em meio a um caleidoscópio de sentimentos e incertezas provocados pela a pandemia do novo coronavírus, sobretudo para os amantes “apartados pela pandemia”. Portanto, parto das minhas vivências, imagens, sons e leituras na quarentena iniciada há exatos seis meses. Nessa direção, recorro ao uso dos sistemas dos hipertextos para compartilhar as multirreferências emergentes no atual cotidiano. Posto que "a interatividade e o compartilhamento de informações sob a forma de textos, sons e imagens, proporcionados pelos hipertextos, promovem o desenvolvimento de novas relações com as fontes" (DIAS, 1999, p. 275).

 
Publicado: 2020-09-22 Mais...
 

Notícias: Para uma nova experiência humana: a Ubiquidade

 

Convido a cada um de vocês a traçar o seu caminho ubíquo, inspirada na poesia do italiano Masala ( 2020)  que nos inquieta na busca do significado. Para compreender esse conceito em pleno século XXI,  em tempos de pandemia – a saída para romper o isolamento é a conectividade, que nos auxilia no estar junto. Por isso, nos atrevemos a dizer que  - ser ubíquo nesses tempos – está além da questão computacional, pervasiva e móvel,  não é pelo simples fato de estar no ciberespaço, ter uma comunicação massiva conectado pelo computador ou no smartphone a internet – que nos coloca neste cenários. A ubiquidade está no engajamento e na implicância, em que cada um de nós ao conectar-se, cria, co-cria, leva sua identidade envolvendo-se sentimentalmente, possibilitando, assim, o ocupar dois lugares ao mesmo tempo.

 
Publicado: 2020-09-15 Mais...
 

Notícias: Storytelling na pandemia: experiências, memórias e ficções

 

A criança está doente. A mãe a leva para cama e se senta ao lado. E então começa a lhe contar histórias. Como se deve entender isso? Eu suspeitava da coisa até que N. me falou do poder de cura singular que deveria existir nas mãos de sua mulher. Porém, dessas mãos ele disse o seguinte: – Seus movimentos eram altamente expressivos. Contudo, não se poderia descrever sua expressão... Era como se contassem uma história.

– A cura através da narrativa, já a conhecemos das fórmulas mágicas de Merseburg. Não é só que repitam a fórmula de Odin, mas também relatam o contexto no qual ele as utilizou pela primeira vez. Também já se sabe como o relato que o paciente faz ao médico no início do tratamento pode se tornar o começo de um processo curativo. Daí vem a pergunta se a narração não formaria o clima propício e a condição mais favorável de muitas curas, e mesmo se não seriam todas as doenças curáveis se apenas se deixassem flutuar para bem longe – até a foz – na correnteza da narração. Se imaginamos que a dor é uma barragem que se opõe à corrente da narrativa, então vemos claramente que é rompida onde sua inclinação se torna acentuada o bastante para largar tudo o que encontra em seu caminho ao mar do ditoso esquecimento... É o carinho que delineia um leito para essa corrente. (BENJAMIN, 1995, p. 269)

 
Publicado: 2020-09-04 Mais...
 

Notícias: As escolas nos/dos movimentos em rede

 

Como professora da secretaria municipal de educação do Rio de Janeiro tive o prazer de apreciar as aventuras cotidianas, nas práticaspensantes das crianças, dentro da sala de aula, um misto de gostos, confrontos e desejos emergiam no desconhecido das ações. Iniciei o ano de 2020 com uma turma do quinto ano, estávamos ansiosos para as novas rupturas microbianas. Compreendo, empaticamente, a produção do currículo praticado para a formação socioafetiva, política, estética e ética. Em outras palavras, desenvolvemos no nosso dia a dia as negociações necessárias e pertinentes para o desenvolvimento do processo educativo. Pois, dentro do campo de estudo nos\dos\com cotidianos estamos dispostos a virar de ponta cabeça (ALVES, 2008) o já sabido e recolher as pistas que vão de encontro a rotina. 

 
Publicado: 2020-08-28 Mais...
 

Chamada Número Temático: Educação Matemática e Cibercultura em tempos de Mobilidade Ubíqua

 

Justifica-se a escolha do tema para este dossiê, o desafio de refletir sobre a importância da Educação Matemática e Cibercultura em tempos de Mobilidade Ubíqua, que nos remete a compreender sobre as possibilidades e potencialidades que esse binário possui para produzir significados nestes espaços, dentro e fora da escola, para a reorganização do pensamento matemático relativo às mudanças curriculares, buscando encarar desafios, numa construção coletiva de conhecimento científico.

Buscaremos com os artigos que irão compor este dossiê, proporcionar espaços para a construção do saber ao processo de ensino e de aprendizagem, a fim de que os sujeitos envolvidos possam construir conceitos matemáticos, e produzir significados nas suas aulas, buscando ressaltar os valores e atitudes de um profissional crítico-reflexivo, de modo que seja possível motivar, formar, auxiliar no desenvolvimento cognitivo do sujeito, atingir perfis diferentes, fornecer feedback e incorporar interfaces que promovam a troca de informações, reflexões e pesquisas mediante uma comunicação síncrona e assíncrona.

 
Publicado: 2020-08-26 Mais...
 

Notícias: Atividade editorial na Editora da UFBA em tempos de pandemia: contextos, intervenções e permanência

 
O ano de 2019 no Brasil inicia marcado pela posse do presidente Jair Bolsonaro, fruto de uma eleição em 2018 de extrema violência, intolerância e difusão em massa de fake news. Esse contexto trazia em sua essência aspectos de incertezas não só, mas principalmente, ao ambiente da universidade pública. O que se apresentava como possibilidade, no mês de abril, passou a estar entranhado em nosso meio: o Ministério da Educação (MEC) anunciou o bloqueio de 30% do orçamento da Universidade Federal da Bahia (UFBA), justificando que a universidade não havia demonstrado desempenho acadêmico satisfatório, além de promover “balbúrdias” em seus campi, dado que contraria totalmente diversas pesquisas que apontam a UFBA entre as mais bem posicionadas universidades da América Latina, como é o caso do ranking britânico Times Higher Education (THE) Latin America, que na sua edição de 2020, situa a UFBA na 28ª posição. Esse orçamento só foi liberado em sua totalidade no final do ano de 2019 e, nesse ínterim, a universidade atravessou um período de muita dificuldade – demissão de funcionários terceirizados, horário especial de funcionamento nas férias, ações diversas de contenção de gastos administrativos –, mas também de muita resistência  
Publicado: 2020-08-21 Mais...
 

Notícias: Formação de professores na perspectiva étnico-racial no Edmodo

 
Diante da emergência dos atuais fenômenos da cibercultura, da visibilidade das desigualdades raciais e dos casos de violência enfrentados pela população negra, em tempos de pandemia do novo coronavírus, torna-se  cada vez mais urgente o debate sobre as relações étnico-raciais.  Analisando o cenário que nos apresenta e refletindo sobre a nossa formação e atuação docente e sobre os sujeitos que queremos formar, percebemos a necessidade da formação de professores para as questões raciais. A formação docente em nosso país carece de um currículo cada vez mais voltado às temáticas sociais e ao enfrentamento das estruturas que atuam de forma histórica a inibir ou silenciar o debate sobre questões tão importantes quanto a educação antirracista. Portanto, consideramos importante contribuirmos para a construção de uma educação antirracista compartilhando a nossa experiência de criação de um desenho didático com uma perspectiva decolonial e antirracista na interface do aplicativo Edmodo.  
Publicado: 2020-08-12 Mais...
 

Notícias: Por que trancar todos em casa é, sim, ciência: resposta ao vídeo do Sinepe-Rio

 
Durante essa semana, circulou nas redes um vídeo com a estampa do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Rio de Janeiro (Sinepe-Rio) com o propósito de defender o retorno das aulas presencias proposto pela Secretaria Municipal de Educação (SME-RJ) nas escolas particulares (em turmas de 4º, 5º, 8º e 9º anos do Ensino Fundamental) a partir de 3 de agosto.  
Publicado: 2020-08-04 Mais...
 

Notícias: A natureza (selvagem) somos nós

 
Neste ensaio, apresento algumas elucubrações produzidas para a live realizada junto ao projeto de extensão Cineatro, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), a respeito do filme “Na Natureza Selvagem” (2008), de Sean Penn. A live ocorreu no dia seis de julho de 2020, a convite da professora Beatriz Pazini Ferreira, coordenadora do projeto, em que articulei a crise sanitária do Covid-19 ao enredo do filme, ao vivo, durante 55 minutos pela rede social Instagram. A conversa está integralmente disponível no canal do Youtube do Cineatro.  
Publicado: 2020-07-28 Mais...
 

Notícias: Paulo Freire on-line: Um ensaio estético

 
As aulas no Instituto Multidisciplinar da UFRRJ mal haviam começado no primeiro semestre de 2020 quando a pandemia da Covid-19 nos mandou para casa. O retorno às aulas presenciais ainda não sabemos quando poderá ocorrer. Segue agora na universidade a discussão sobre a adoção dos chamados Estudos Continuados Emergenciais. Foi nesse cenário de emergência epidemiológica e dúvidas sobre o que fazer para a continuidade dos estudos que a Escola de Extensão da UFRRJ abriu uma chamada para propostas de cursos e eventos remotos que pudessem atender ao interesse da comunidade acadêmica por alguma continuidade das suas atividades educacionais. Como resultado, no dia 30 de abril teve início o curso Paulo Freire em Tempos de Distanciamento Social, lecionado pelo professor Aristóteles Berino. Talita Cabral, orientanda do docente no mestrado, foi uma das alunas do curso.  
Publicado: 2020-07-24 Mais...
 

Notícias: Privilégio branco nas ciências em tempos de pandemia e em todos os tempos por eles narrados. Senta que eu te explico!

 
Antes de falar acerca da especificidade das ciências, você já ouviu falar de privilégio branco? Privilégio branco é essa coisa de pessoas brancas se verem representadas positivamente em todos os espaços da nossa sociedade, sim, elas se vêem na TV desde cedo, são as apresentadoras dos programas, são as atrizes e atores em ampla maioria nos filmes, novelas e minisséries, são as âncoras em maior número nos telejornais. São as pessoas brancas que dominam os postos na política (afinal de contas elas não só têm os meios de financiamento de campanha, como a estética delas inspira confiança – vide Fernando Collor de Melo), elas são detentoras dos meios de produção de mercadorias, são donas das empresas, das indústrias, são as pessoas que dominam os cursos universitários socialmente mais valorizados dentro dessa cultura bacharelesca, como: medicina, direito e engenharia.  
Publicado: 2020-07-17 Mais...
 

Notícias: Ciberfeminismo em tempos de pandemia Covid-19: lives (trans)feministas

 

O texto em forma de ensaio livre tem como objetivo abordar o fenômeno das lives praticadas por (trans)feministas principalmente nos meses de maio e junho de 2020, no período da quarentena da Covid-19 no Brasil. Compartilha e comenta algumas lives de feministas plurais que debateram temas variados de interesse público, criando ambiências formativas e de aprendizagens em rede no ciberespaço.  Partilhamos nossa experiência com algumas lives, também para inspirar atos de currículos, eventos e práticas críticas na cibercultura. Constatamos que o formato das lives extrapola o da comunicação entre pares, pois pode atingir diferentes públicos em razão da comunicação didática de conteúdos científicos em formato de vídeo para audiência síncrona e assíncrona.

 
Publicado: 2020-07-06 Mais...
 

Chamada Número Temático: Corpos, gêneros e sexualidades em meio ao caos: (sobre)vivências em tempos de pandemia

 

O dossiê temático “Corpos, gêneros e sexualidades em meio ao caos: (sobre)vivências em tempos de pandemia” busca organizar trabalhos voltados para uma reflexão sobre os efeitos sociais da pandemia da COVID-19 no Brasil e no mundo.

 A intenção é apresentar um panorama de textos de diferentes áreas do conhecimento e abarcando perspectivas teórico-metodológicas distintas, que fomentem discussões focalizadas principalmente na constituição de nossos corpos, gêneros e sexualidades em tempos de reconfigurações sociais desencadeadas pela pandemia da COVID-19.

 
Publicado: 2020-06-22 Mais...
 

Notícias: EAD, palavra proibida. Educação online, pouca gente sabe o que é. Ensino remoto, o que temos para hoje. Mas qual é mesmo a diferença? #livesdejunho...

 

Optamos neste texto pela narrativa autobiográfica e pelo lugar de fala de alguém que não separa a docência das práticas de pesquisa e investigação acadêmicas. Quando falamos (nós) incluímos aqui o GPDOC – grupo de pesquisa formação na cibercultura e nossas redes sociotécnicas mais intensas. Quando falo (eu), quero marcar minha itinerância pessoal na qual assumo total implicação de autoria e autorização, que passo bem longe de um “ego inflado”, ou mesmo “auto-promoção” como alguns leem narrativas autorias de quem assume “lugares de fala”.   Convido todos, todas e todes a uma viagem pelo tempo...Tempos de pesquisa e formação na cibercultura por nós vivenciados e praticados. (Santos, 2005, 2014, 2019).

 
Publicado: 2020-06-21 Mais...
 

Notícias: “Flash Mobs”: ativismo juvenil no caso George Floyd #BlackLivesMatter

 
Estamos vivenciando diversas experiências sociais, econômicas, ambientais e políticas que, por sua relevância, resolvemos apresentar, problematizando ações capazes de nos ajudar a compreender de modo mais efetivo as complexidades com que a realidade nos desafia.  
Publicado: 2020-06-11 Mais...
 

Notícias: O “novo normal” em tempos de pandemia: A sociedade capitalista em questão

 
A pandemia do novo coronavírus modificou, de maneira e inevitávelmente perdurável, inúmeras estruturas e convenções sociais, econômicas, culturais e, até mesmo, linguísticas. Assim, a realidade que conhecíamos antes do início da pandemia, em janeiro de 2020, faz parte de uma roupagem de passado que não nos serve mais agora. Nossos olhares e atenção precisam se voltar para o que vivemos hoje, em um presente permeado de angústias, medo, insegurança, ansiedade e perspectivas e expectativas de futuro; de um futuro que se mostra absolutamente imprevisível.  
Publicado: 2020-06-09 Mais...
 

Notícias: #livesdemaio... Educações em tempos de pandemia

 
O texto em forma de ensaio livre tem como objetivo abordar o fenômeno das lives praticadas principalmente no mês de maio de 2020, no período da quarentena da covid-19 no Brasil. Compartilha e comenta as lives sobre educação e cibercultura, mais especialmente sobre educação online de autoria da professora doutora Edméa Santos (PPGEDUC/GPDOC/UFRRJ), que fizeram parte de diferentes eventos científicos online. Partilhamos este acervo porque entendemos que seu conteúdo é um case de divulgação científica autorizado sobre o tema da educação online e da educação a distância (EAD), uma vez que seu conteúdo é fruto de pesquisas científicas sobre o tema, pesquisas essas publicadas em diferentes canais de difusão cientifica. O formato das lives extrapola o da comunicação entre pares, pois pode atingir diferentes públicos em razão da comunicação didática de conteúdos científicos em formato de vídeo para audiência síncrona e assíncrona.  
Publicado: 2020-06-02 Mais...
 

Notícias: Revisitando os Museus na Pandemia: sobre Educação Museal Online e Cibercultura

 
A pandemia de COVID-19, causada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2), tem provocado importantes mudanças em nossas vidas, afetando de maneira significativa nossas experiências familiares, laborais e também de educação, cultura e lazer.  
Publicado: 2020-05-30 Mais...
 

Notícias: Fake News e os Desafios da Educação na Contemporaneidade

 

O advento das redes sociais, no início deste século 21, possibilitou a transposição de inúmeras formas de interações interpessoais decorrentes da vida offline para vida online. Indivíduos reelaboraram constantemente suas formas de se relacionar com o tempo e o espaço, criando novas maneiras de socialização em rede. A interação permitida pelo uso de dispositivos e as potencialidades das tecnologias de informação de comunicação contribuem para repensar as dinâmicas sociais, de modo que...

 
Publicado: 2020-04-28 Mais...