Revista Docência e Cibercultura

Revista Docência e Cibercultura estará disponível em suporte digital em rede, utilizando-se do Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas – SEER. Trata-se de um periódico de orientação pluralista, voltado à discussão de produções originais elaboradas pela comunidade científica nacional e internacional, da área de Educação e do Ensino e suas interfaces com a cibercultura, identidade, diferença.

Revista Docência e Cibercultura aceita artigos, relatos de experiencia, pontos de vista, resenhas, ensaios, entrevistas, conversas, bibliografias comentadas, produções artísticas e culturais, vídeo-pesquisa e resumos de dissertações e de teses. 
 
ISSN: 2594-9004 | Ano de criação: 2017 | Áreas de conhecimento: Ciências Humanas | Qualis: B4

Unidade: Programa de Pós-Graduação em Educação - Faculdade de Educação - Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Edição do Periódico: Grupo de Pesquisa Docência e Cibercultura - GPDOC 
Periodicidadequadrimestral, a partir de 2021 a publicação dos textos ocorrerá em fluxo contínuo. Eventualmente podem ser publicadas edições especiais.
ISSN: 2594-9004 
DOI: 10.12957/redoc  
 
Seções da Revista:
  • ARTIGOS DE NÚMERO TEMÁTICO
  • ARTIGOS DE FLUXO CONTÍNUO
  • RELATOS DE EXPERIENCIA
  • PONTOS DE VISTA
  • ENTREVISTAS/CONVERSAS
  • RESENHAS
  • RESUMO DE TESES E DISSERTAÇÕES
  • PRODUÇÕES ARTÍSTICAS E CULTURAIS
  • VÍDEO-PESQUISA
  • BIBLIOGRAFIA COMENTADA
  • ENSAIOS

Notícias

 

Chamada Número Temático: Prorrogação Número Temático: Os fenômenos da Cibercultura e suas redes de docência e aprendizagem: inspirações, dilemas e experiências...

 

A cultura contemporânea, associada aos usos das tecnologias digitais em rede, recria constantemente as relações entre a técnica e a vida social. Não podemos compreender os paradoxos, as potencialidades e os conflitos atuais sem a compreensão da cibercultura e seus fenômenos sociotécnicos. Nas redes sociais, e especificamente nos ambientes virtuais de aprendizagem, saberes são produzidos principalmente no que se refere a aprender com o outro, cocriando redes de docência e aprendizagem.

 Neste contexto, o movimento do presente dossiê caracteriza-se por apresentar artigos científicos e materiais sob o formato de vídeos, áudios, resenhas, relatos de experiências, apresentando, assim, novas ambiências formativas, nos diversos espaçostempos e tessituras da hipermídia:

Movimentos que integram narrativas digitais e transmídia, o fenômeno dos Bookstubers, Youtubers e Influencers digitais, as Plataformas de Streaming, Podcasts, Lives, Cineclubes e Clubes de leitura online, experiências e autorias no ensino remoto, infâncias conectadas, Games e eventos online, entre tantos outros fenômenos que compõem a paisagem contemporânea.

 Procuramos assim, pensar, refletir e analisar se essas práticas influenciam suas/nossas ações nas diversas redes educativas em que atuam professores e alunos.

Organizadores: Rosemary dos Santos (UERJ) e Tania Maddalena (UERJ)

Submissões: 27/01/2022 a 31/05/2022

Previsão de publicação: 2022.02

Diretrizes para os/as autores/asregras de submissão

 
Publicado: 2022-05-02 Mais...
 

Notícias: O que transborda, atravessa e afeta. Discussões a cerca das infâncias e a branquitude.

 

Esse texto é um recorte da Dissertação de Mestrado intitulada: “Resistir na Educação Infantil: pela possibilidade de uma educação não sexista”. E tem como objetivo pensar nas concepções de gênero e raça nos cotidianos da Educação Infantil a partir de brincadeiras, interações, falas, olhares e gestos, onde se evidencia aspectos ligados a construção da branquitude e o racismo estrutural. O texto traz relatos de experiências da autora que ocorreram em uma Instituição pública de ensino em que trabalha. A intenção desta narrativa é expor e problematizar a produção de sentidos e significados com uma turma de Educação Infantil, composta majoritariamente de crianças negras, tendo como professora uma mulher branca. Considerando que as normas e enquadramentos que cercam tanto a professora, quanto as crianças, podem moldar seu campo de visão (BUTLER, 2017). Essas percepções, adquiridas através de referencias culturais em articulação com os processos curriculares, acabam por produzir diferença. Desta forma, o texto traz enredos cotidianos capazes de expor e problematizar a branquitude. Levantando questões referentes à responsabilidade das pessoas brancas na construção de um racismo que é institucional e se mantém/produz nas estruturas cotidianas.

 
Publicado: 2022-03-18 Mais...
 
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