Revista Docência e Cibercultura

Revista Docência e Cibercultura está disponível em suporte digital em rede, utilizando-se do Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas – SEER. Trata-se de um periódico de orientação pluralista, voltado à discussão de produções originais elaboradas pela comunidade científica nacional e internacional, da área de Educação e do Ensino e suas interfaces com a cibercultura, identidade, diferença. Aceita artigos, relatos de experiencia, pontos de vista, resenhas, ensaios, entrevistas, conversas, bibliografias comentadas, produções artísticas e culturais, vídeo-pesquisa, notícias, resumos de dissertações e de teses.
Unidade: Programa de Pós-Graduação em Educação - Faculdade de Educação - Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Edição do Periódico: Grupo de Pesquisa Docência e Cibercultura - GPDOC 
Periodicidade: quadrimestral, a partir de 2021 a publicação dos textos ocorrerá em fluxo contínuo. Eventualmente podem ser publicadas edições especiais.
ISSN: 2594-9004 
DOI: 10.12957/redoc
Ano de criação: 2017
Áreas de conhecimento: Ciências Humanas
Qualis 2017-2020: B1
Google Metrics (2017-2021): Índice h5 - 10 / Mediana h5 - 15
 

 
 

Notícias

 

Notícias: Tomando posse, trazendo impacto: transvestilidades e a fotografia da política brasileiro

 
As casas legislativas de diversos territórios brasileiro vem passando por um processo de reforma. A parede que é ocupada pelas fotografias de homens brancos que historicamente se envolveram nos grandes eventos da sociedade deve no futuro ganhar outra dimensão estética e política pela insurgência de pessoas trans nestes espaços.  
Publicado: 2023-01-31 Mais...
 

Notícias: Visibilidade trans 2023: as questões biopolíticas permanecem

 

Um ano já se passou desde que escrevi para a seção de notícias da Revista Docência e Cibercultura, a pedido da Sara Wagner York. Era janeiro, e com isso lembramos do dia da visibilidade trans, dia 29. Vale a oportunidade, portanto, de fazer um balanço do que escrevi e pensar mais detidamente sobre os seguintes pontos que também merecem destaque e análise: 1) a noção de cisnormatividade; 2) o acesso a recursos de transição de gênero como uma questão biopolítica em disputa atual, sobretudo para as pessoas mais jovens; 3) o papel dos casos e dos relatos de destransição de gênero na retórica anti-trans; e 4) a relação da forma como definimos as categorias identitárias com as possibilidades de alianças políticas.

 
Publicado: 2023-01-29 Mais...
 

Notícias: TRANS(IN)VISIBILIDADES MASCULINAS: DESAFIOS E AVANÇOS A PARTIR DO GRUPO DE PESQUISA SEXUALIDADE E ESCOLA - GESE

 
A Academia, ambiente pensado, entendido enquanto espaço de produção de conhecimento, de compartilhamento e de inclusão é também um ambiente hostil no que tange pessoas divergentes, desde Indígenas, Pretas/os e LGBTQIA+, não desconsiderando ou invisibilizando também pessoas com limitações físico-motoras e diversas patologias do âmbito neurológico. É um espaço historicamente heteronormativo, cisgênero, misógino, racista e LGBTfóbico por excelência concorrendo para que tensionamentos sejam recorrentes, assim demandando que para além de Ações Afirmativas se construam parcerias diretas e indiretas com vários segmentos, dentro da Academia ou não. É dentro deste complexo ‘’Cistema ‘’que nasce o Transformando Vidas, uma parceria oportunizada pelo Gese - Grupo de Pesquisa Sexualidade e Escola, coordenado pela Profª Drª Paula Regina Costa Ribeiro e eu, um Transhomem em busca de seus iguais dentro de um espaço nem tão plural como se apregoa quando o assunto é Diversidade, ainda mais quando a analisamos dentro do recorte de gênero.  
Publicado: 2023-01-29 Mais...
 
Outras notícias...

v. 7, n. 1 (2023): Publicação contínua – Jan./Dez. PROCESSOS FORMATIVOS E SUBJETIVOS EM TEMPO DE CIBERCULTURA


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