Perspectiva ontológica do Direito

Autores

DOI:

https://doi.org/10.12957/rqi.2025.84915

Palavras-chave:

Ontologia, Filosofia do Direito, Valores, Bem comum, Concreção do justo

Resumo

a partir da premissa da natureza entendida como potência ordenadora de tudo o que existe para a realização de sua perfeição, nesta inclinação, o homem, como criatura racional, pode vir a captar e a compreender esta mesma potência ordenadora na medida em que é capaz de discernir o verdadeiro ser das coisas e os bens que lhe são próprios, inclusive os bens do Direito. Pautado pelo método de pesquisa bibliográfica de textos e obras estrangeiras que são referenciais no assunto, o presente trabalho objetiva o desenvolvimento de aportes teóricos, práticos e epistemológicos relativos ao problema ontológico implicado no modo de ser do direito, a fim de se propiciar, como resultado, o desvelamento de uma proposta de práxis jurídica em que a distribuição dos direitos, deveres, bens, prêmios, sanções e honrarias seja feito em favor do justo concreto historicamente situado e contribuir para que a materialização prática deste seja inspirada por pautas de valores ou princípios – morais, históricos, religiosos, políticos, sociais, estéticos, jurídicos, etc. – que, em respeito à natural juridicidade humana, conspirem em prol do labor de concreção ou determinação do justo devido por parte do profissional do direito.

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Biografia do Autor

Andre Gonçalves Fernandes, UNICAMP, CEU Law School e UNAV

Graduado em direito pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP). Graduado em filosofia pela Faculdade de São Bento (SP). Mestre, Doutor, Pós-Doutor e Pesquisador em Filosofia e História da Educação pela UNICAMP (Grupo Paideia). Pós-Doutorando em Lógica e Epistemologia pela UNICAMP (PPPD-CLE). Pós-Doutor em Antropologia Filosófica  e Visiting Scholar pela Universidade de Navarra (ESP). Parecerista da Revista Jurídica IURIS POIESIS e DIGNITAS (Qualis A2). Professor Titular de metodologia jurídica e de filosofia do direito do CEU Law School e da Universidade Invenio. Professor de antropologia filosófica, hermenêutica, teoria do conhecimento e filosofia moral da Academia Atlântico e do ISEP. Juiz de Direito (TJSP). Ex-Juiz Formador da EPM (Escola Paulista da Magistratura) e da ENFAM (Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados) (2013/2018). Articulista do Gazeta do Povo (Curitiba). Ex-Consultor da Comissão Especial de Ensino Jurídico da OAB (2014/2016). Membro da Associação de Direito de Família e das Sucessões (ADFAS), do Comitê Científico do CCFT Working Group, da União dos Juristas Católicos de São Paulo (UJUCASP), da Comissão de Bioética da Arquidiocese de Campinas e da Academia Iberoamericana de Derecho de la Familia y de las Personas. Detentor de prêmios em concursos de monografias jurídicas e de crônicas literárias. Conferencista e escritor de livros publicados no Brasil e no Exterior e autor de artigos científicos em revistas especializadas. Titular da cadeira nº30 da Academia Campinense de Letras e membro honorário da Academia de Letras da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco.

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Publicado

2026-02-20

Como Citar

Fernandes, A. G. (2026). Perspectiva ontológica do Direito. REVISTA QUAESTIO IURIS, 18(2), 284–338. https://doi.org/10.12957/rqi.2025.84915

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