Intellèctus

A Intellèctus destina-se à publicação de pesquisas originais, estudos de historiografia e reflexões teórico-metodológicas relativas à História dos Intelectuais e à História Intelectual, bem como à divulgação de análises acerca da produção cultural dos países que compõem o universo da “Latinidade”.

e-ISSN: 1676-7640 | Ano de criação: 2002 | Área do conhecimento: História | Qualis: B3 (História)


Imagem para capa da revista

CHAMADA PÚBLICA DE ARTIGOS 

 

DOSSIÊ 2019/1: Narrativas históricas e narrativas literárias - entre a crítica e a escrita da história

Organização: Ana Nemi (Universidade Federal de São Paulo) e Mirhiane Mendes de Abreu (universidade Federal de São Paulo)

As aproximações e dissonâncias entre a história e a literatura têm sido objeto de intensos debates e disputas nos últimos trinta anos, especialmente no que diz respeito à definição das fronteiras entre história e ficção, ou, dito em outras palavras, à  possível trajetória autônoma da literatura em relação aos seus contextos de produção. Esse número da revista Intellèctus se propõe a aprofundar tal debate a partir de estudos de autores e/ou obras ficcionais que problematizem as fronteiras entre história e ficção. Acredita-se aqui que, se de um lado cabe historicizar a obra literária, seu autor e seus personagens, também é interessante indagar ao autor e à sua narrativa sobre os conteúdos que tensionam as determinações do tempo. A pesquisa nos textos literários e sobre a polêmica trajetória dos seus autores como objeto de crítica, em meio à sintaxe e economia interna da narrativa, revelam testemunhos históricos que complexificam o entendimento de conjunturas históricas e de temas que, muitas vezes, extrapolam essa mesma conjuntura. É nesse sentido que cabe submeter os possíveis “inexplicáveis” do texto literário à inquirição do historiador e do crítico literário. Dessa forma, se é relevante estudar a obra literária em seu contexto, também é importante buscar diálogos de tempos e experiências distintas a partir dela. Parafraseando Mário de Andrade, em seus profícuos estudos da obra de Kiesserling, narrativas literárias podem guardar diálogos entre o lugar e o mundo que permitem encontrar e elucidar testemunhos históricos em momentos e contextos definidos, mas, permitem também, indagar  sobre trajetórias mais amplas com significados cuja temporalidade rebelde convida a diálogos não necessariamente presentes apenas na conjuntura vivida pelo autor e pelos seus personagens. Com essas questões no horizonte, serão aceitos artigos sobre textos e autores nacionais e estrangeiros que permitam aprofundar o debate entre a história social e a história cultural, a crítica literária e a escrita da história da literatura.

Data limite para submissão de artigos: 15 de fevereiro de 2019.

 

DOSSIÊ 2019/2: Intelectuais e exílio

Organização: Soledad Lastra (Universidad Nacional de San Martin / Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas – CONICET) e Jorge de Hoyos Puente  (Universidad Nacional de Educación a Distancia)

La ligazón de los exilios con el campo intelectual proviene de tiempos inmemoriales. La idea del campo exiliar como un espacio propicio para la elaboración de ideas, así como para la  reformulación, crítica y en algunos casos, abandono, de posturas y perspectivas intelectuales, ha nutrido amplias líneas de conocimiento y debate en las ciencias sociales y humanas. Este dossier se propone profundizar en dicho vínculo, convocando a la presentación de artículos que trabajen sobre intelectuales que vivieron la experiencia del exilio y reflexionaron sobre ella, o bien sobre el impacto que el exilio tuvo en ciertas continuidades, rupturas o transformaciones político-conceptuales en el campo intelectual, en un sentido amplio. Nos interesa ahondar en las relaciones que los intelectuales exiliados establecieron con los ámbitos culturales y políticos de los países de acogida así como interrogar cómo estas nuevas vivencias condicionaron los modos de mirar e interpretar sus propias experiencias de origen. Serán bienvenidos todos los análisis que se construyan sobre escalas biográficas y/o colectivas sobre el exilio y el mundo intelectual, así como los  realizados en perspectiva transnacional y/o que reconstruyan las redes de comunicación que se establecieron entre diferentes comunidades exiliadas.

Serán especialmente considerados aquellos artículos que demuestren un riguroso análisis teórico y/o empírico que contribuya a las líneas propuestas, y cuyo horizonte explicativo sean los exilios europeos y latinoamericanos del siglo XX. 

Data limite para submissão de artigos: 31 de julho de 2019.

 

A Intellèctus também recebe textos de fluxo contínuo que compõem todos os números publicados na seção de artigos livres e de resenhas.

 


Intelectuais e a relação entre a Ibero-América e a Europa - 2017 - 2

Maria Manuela T. Ribeiro ( Universidade de Coimbra)

Maria Emília Prado (UERJ)

Num vasto contexto intelectual e cultural, as identidades europeia e latino-americana emergem como cadinho comum de várias intersecções. Elas são produto de séculos de História. As mutações políticas, económicas, sociais e culturais são, podem ser, fatores de aproximação da Europa e da América Latina. Para legitimar a consolidação das relações Europa-América Latina pode evocar-ser a "comunidade de valores" e a cultura que as une.

Neste campo temático, abordagens várias poderão analisar questões tão pertinentes como estas:

- A Europa e a identidade plural da América Latina.

- O discurso dos intelectuais e os laços culturais latino-americanos

- Cooperação dinâmica e criativa dos intelectuais nos domínios científicos, sociais, culturais e de educação



v. 17, n. 1 (2018)

Sumário

Apresentação

Ana Flávia Magalhães Pinto, Ana Flávia Cernic Ramos
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i-iii

Dossiê

Mónica García
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1-27
Melina Kleinert Perussatto
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28-47
Lívia Maria Tiede
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48-72
Fernanda Oliveira da Silva
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73-94
Niyi Afolabi
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95-116
Ana Flávia Magalhães Pinto, Ana Flávia Cernic Ramos
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117-124

Artigos Livres

José Fernando Saroba Monteiro
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125-143
Luis Francisco Munaro
PDF
144-168
Albertina Vicentini Assumpção, Gabriel de Paula
PDF
169-190