Construção de uma edificação em terreno próprio do cônjuge – breve comentário jurisprudencial (o caso português)
DOI:
https://doi.org/10.12957/rqi.2025.89063Palavras-chave:
acessão, benfeitorias, partilha, divórcio, regime de bensResumo
Este artigo tem como objetivo principal analisar a jurisprudência portuguesa e as diferentes soluções perfilhadas acerca da titularidade do bem quando, na constância do matrimónio, se constrói edificação em terreno próprio do outro cônjuge.
Para o efeito são, entre outros, considerados fundamentalmente os seguintes acórdãos: Supremo Tribunal de Justiça de 30/04/2019; Tribunal da Relação de Lisboa de 8/06/2010; Tribunal da Relação de Guimarães, de 30/06/2022; Tribunal da Relação de Évora, de 25/03/2010; Tribunal da Relação do Porto, de 08/05/2023.
Assim, amplamente, discute-se a aplicação do regime das benfeitorias, da acessão e da aplicação do regime matrimonial, mais concretamente do art. 1726º do CC.
Atenta à especificidade da situação e ao impacto prático na vida do ex-casal, entendemos dever aplicar-se o regime do artigo 1726º, propondo, pois, que o legislador proceda a um juízo definitivo, através do aditamento de um número ao preceito legal que permita a sua indubitável adoção.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Os Direitos autorais patrimoniais dos artigos publicados pertencem à Revista Quaestio Iuris. A reprodução total dos artigos desta revista em outras publicações, ou para qualquer outra utilidade, é permitida a todos, para que distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do trabalho aqui publicado, mesmo para fins comerciais, desde que atribuam o devido crédito pela criação original ao autor e o crédito à Revista Quaestio Iuris pela primeira publicação do trabalho. A Revista Quaestio Iuris obedece aos termos da licença Creative Commons de Atribuição 4.0 Internacional CC-BY (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0), em consonância com a legislação autoral brasileira, Lei 9.610/1998.
The patrimonial copyrights of the published articles belong to the Quaestio Iuris Law Review. The total reproduction of the articles of this review in other publications, or for any other use, is allowed to all, to distribute, remix, adapt and create from the work published here, even for commercial purposes, as long as they give due credit for the original creation to the author and credit to Quaestio Iuris Lae Review for the first publication of the work. The Quaestio Iuris Law Review complies with the terms of the Creative Commons Attribution 4.0 International CC-BY license (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0), in accordance with brazilian copyright law, Law 9.610/1998.








