A Palestina como laboratório de destruição em massa: a perpetuação da ocupação colonial e a naturalização do terror

Autores

DOI:

https://doi.org/10.12957/rqi.2025.86529

Palavras-chave:

Colonialismo, Faixa de Gaza, Israel, Necropolítica, Palestina

Resumo

A disputa territorial na Palestina, a política colonial e as consequentes (necro)violências lá praticadas, marcam a história do território. Os recentes brutais e ilimitados ataques do exército israelense como resposta a invasão do Hamas naquele território, integram um dos períodos de maior brutalidade do Oriente Médio. A partir de tais fatos, buscou-se compreender de que forma a política colonial influencia e se perpetua nos constantes ataques de Israel em Gaza, dentre eles, o recente extermínio populacional que ocorre desde 2023. Como metodologia, utilizou-se o método dedutivo, a partir do estudo da formação conflituosa e bélica da Palestina para analisar, pontualmente, os recentes ataques ao território. Utilizou-se do método de procedimento histórico e a técnica de pesquisa foi a documentação indireta, fundada na pesquisa documental e bibliográfica. O trabalho é relevante pela notória repercussão a nível internacional e pela atualidade do tema, já que as práticas de extermínio realizadas por Israel ainda estão ocorrendo. Dessa forma, a violência perpetrada em face dos Palestinos conduz à contínua concretização do projeto colonial, sendo os reiterados, brutais e desproporcionais ataques compreendidos como ações de limpeza étnica em face de (não) sujeitos, com suas vidas já negadas, perdidas e que nunca foram consideradas.

Biografia do Autor

Luiza Ferreira Odorissi, Universidade de Santa Cruz do Sul - UNISC

Doutorado em Direito pela Universidade de Santa Cruz do Sul - UNISC (2021) Bolsista CAPES

Mestra em Direito pela Universidade de Santa Cruz do Sul - UNISC (2014)

Advogada OAB/RS 82.802

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Publicado

2026-02-20

Como Citar

Ferreira Odorissi, L. (2026). A Palestina como laboratório de destruição em massa: a perpetuação da ocupação colonial e a naturalização do terror. REVISTA QUAESTIO IURIS, 18(2), 261–283. https://doi.org/10.12957/rqi.2025.86529

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