O expansionismo econômico e estrutural nos grandes centros urbanos e os indutores anímicos da cidade

Autores

DOI:

https://doi.org/10.12957/rdc.2025.74597

Palavras-chave:

Cidades, Indutores Anímicos, Controle Estrutural e Econômico

Resumo

Observa-se que, as movimentações estruturais e econômicas, nos grandes centros urbanos, até mesmo nas chamadas regiões metropolitanas, têm afetado mudanças no comportamento social e de deslocamentos. Historicamente as cidades foram constituídas para beneficiar e atender as necessidades dos cidadãos que contribuem financeiramente, esperando um retorno material e imaterial, em seu cotidiano familiar e de trabalho, induzido pelo movimento do capital equilibrado pelos indutores anímicos de associação e da política. Esses dois preceptores, o movimento induzido do capital e os indutores anímicos associativos e da política, travam uma constante luta, quer seja no aspecto legislativo, quer seja no aspecto ativista dos movimentos sociais, para se buscar uma temperança de uma melhor qualidade de vida nos centros urbanos e nas regiões metropolitanas, em um fluxo de peso e contrapeso entre o econômico(material) e anímico(imaterial). Sob essa rédea, este artigo planeja analisar e problematizar, questões sobre o (des)controle estrutural das construções nos centros urbanos, afetando os indutores anímicos da política e da associação em detrimento do capital, causando mudanças, por vezes, imperceptíveis no psicológico, afetando o comportamento social e relacional das pessoas, promovendo distúrbios de ansiedade e tristeza. O fulcro é refletir sobre as velocidades das mudanças estruturais e econômicas nos centros urbanos e nas regiões metropolitanas, sem levar em considerações os aspectos sociais e políticos, o que isso tem afetado no comportamento das pessoas e quais os possíveis direcionamentos que poderia frear ou amenizar possíveis perdas existentes, avaliando os aspectos legais e o papel do estado. A pesquisa utiliza-se do método hipotético-dedutivo, análise qualitativa, exploratória, bibliográfica e legislativa. Em conclusão, diante das mudanças estruturais e econômicas nos centros urbanos e regiões metropolitanas, é evidente que o equilíbrio entre o movimento do capital e os indutores anímicos associativos e políticos é fundamental para promover uma melhor qualidade de vida. O embate entre esses preceptores ocorre tanto no âmbito legislativo quanto no ativismo dos movimentos sociais.

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Biografia do Autor

Sidney Guerra Reginaldo, Universidade Federal do Ceará

Professor da Faculdade de Direito na Universidade Federal do Ceará do Departamento de Direito Privado; Pesquisador no Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal do Ceará e no Mestrado Profissional em Políticas Públicas e Gestão da Educação Superior(POLEDUC); Pós-doutor em Educação pela Universidade Federal do Ceará; Doutor em Direito Constitucional pela Universidade de Fortaleza; Doutor em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará; Mestre em Direito Constitucional pela Universidade de Fortaleza; Pós-graduado em Docência pela Universidade de Fortaleza; bacharel em Direito pela Universidade Federal do Ceará; bacharel em Filosofia; bacharel em Teologia e bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Estadual do Ceará. Ouvidor Geral da Universidade Federal do Ceará. Tem pesquisas nas áreas de Direito e Educação, com ênfase em Direito Constitucional, Ciência do Direito, Filosofia, Direito Civil, Direito Empresarial, Avaliações e Metodologias Ativa. Pesquisador da CAPES em projetos com ênfase em Educação, Ativismo Judicial e Justiça em quadrinhos.

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Publicado

2026-02-27

Como Citar

Reginaldo, S. G. (2026). O expansionismo econômico e estrutural nos grandes centros urbanos e os indutores anímicos da cidade. Revista De Direito Da Cidade, 17(3), 205–231. https://doi.org/10.12957/rdc.2025.74597

Edição

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