Silenciamento e diálogo na avaliação escolar

Maria Teresa Esteban, Bruna de Souza Fabricante Pina

Resumo


Os movimentos cotidianos de produção da educação como prática da liberdade em escolas públicas levam à problematização do ato pedagógico. Neste contexto, o artigo trata dos sentidos assumidos pela avaliação nas práticas escolares e suas conexões com a intensificação da dimensão democrática da escola pública, compreendendo seus vínculos com os projetos de educação e de sociedade em disputa. A pesquisa com o cotidiano escolar se valeu do diálogo como método e do paradigma indiciário para entrar em relação com professoras, crianças e documentos. O pensamento freireano e estudos decoloniais, pós-coloniais e sobre avaliação educacional ofereceram delineamentos que permitiram a interpelação da avaliação escolar, dando a ver propostas que silenciam e suas fissuras, possibilidades de ruptura com o instituído e a presença de inquietações e fluxos dialógicos.


Palavras-chave


avaliação; cotidiano escolar; educação libertadora

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DOI: https://doi.org/10.12957/teias.2021.52977

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ISSN 1518-5370 [impresso] • 1982-0305 [eletrônico]
Teias, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação – ProPEd/UERJ
Qualis/Capes - A2 (2017/2018) 
DOI: 10.12957/teias

 

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