Políticas de renovação urbana e direito à cidade: uma análise de caso da Cracolândia

Autores

DOI:

https://doi.org/10.12957/rdc.2025.84796

Palavras-chave:

Direito, Cidade, Usuários, Dependentes Químicos, Prefeitura

Resumo

O processo de urbanização do Brasil ocorreu no século XX de forma rápida e desordenada, resultando em diversos problemas como favelização, desemprego, moradores em situação de rua, falta de estrutura e de segurança. Na cidade de São Paulo, é possível observar essa realidade de diversas formas: uma delas é por meio da Cracolândia, um conglomerado de usuários de substâncias químicas que se estabeleceram no bairro dos Campos Elísios, gerando o maior e mais conhecido reduto de usuários de drogas, tráfico e prostituição do país. Diante disso, são criados diversos planos políticos visando à renovação urbana da região. Em alguns casos, não é proporcionado o acesso dos indivíduos ao direito à cidade. Portanto, o presente trabalho foi realizado a partir de revisão bibliográfica e pesquisa documental, desenvolvida por meio da análise dos planos políticos da prefeitura “Nova Luz”, “De Braços Abertos” e “Redenção”. Destarte, entende-se que a execução de políticas governamentais deve sempre considerar seus destinatários e, neste caso, os processos de renovação urbana devem permitir, cada vez mais, o direito aos seus moradores de usufruir, de se relacionar e de acessar tanto políticas e serviços públicos quanto a própria cidade e o lugar onde vivem.

Biografia do Autor

Michele Alves de Araújo, Universidade Estadual de Montes Claros

Mestre em Geografia (UEMC).

Alessandro de Almeida, Universidade Estadual de Montes Claros

Departamento de história. Doutor em história pela Universidade Federal de Uberlândia.

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Publicado

2026-01-24

Como Citar

Alves de Araújo, M., de Bortolo, C. A., & de Almeida, A. (2026). Políticas de renovação urbana e direito à cidade: uma análise de caso da Cracolândia. Revista De Direito Da Cidade, 17(2), 401–432. https://doi.org/10.12957/rdc.2025.84796