Edmund Burke e os princípios do conservadorismo clássico: ceticismo político e concepção orgânica de sociedade
DOI:
https://doi.org/10.12957/rqi.2025.93377Palavras-chave:
Edmund Burke, Conservadorismo, Ceticismo Político, Tradicionalismo, OrganicismoResumo
O presente trabalho se propõe a abordar as dimensões fundacionais do conservadorismo clássico a partir das críticas de Edmund Burke ao revolucionarismo francês. Os escritos de Burke podem ser qualificados como o ponto de partida do conservadorismo precisamente porque exprimem e manifestam os princípios gerais diretivos dessa orientação política pautada nos imperativos de preservação, moderação, prudência e reformas graduais. Rejeitando teorias abstratas ou projetos idealizados de transformação social, Burke advogava em prol do respeito à tradição, admitindo os limites da razão humana e valorizando o saber coletivo que se constrói ao longo do tempo. A sociedade não se reinventa do zero, mas enquanto um organismo vivo, contém em si a experiência, os hábitos, os costumes e a prudência de muitas gerações. O presente texto, com base no método histórico-crítico e na pesquisa bibliográfica, almeja elucidar os principais traços do conservadorismo: o tradicionalismo, o organicismo e o ceticismo político.
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