Edições anteriores
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Revista Desenvolvimento & Civilização (Janeiro - Junho)
v. 1 n. 1 (2020)Edição publicada em 25 de setembro de 2020. -
Revista Desenvolvimento & Civilização (Julho - Dezembro)
v. 1 n. 2 (2020)Edição publicada em 21 de dezembro de 2020. -
Revista Desenvolvimento & Civilização (Janeiro - Junho)
v. 2 n. 1 (2021)Edição publicada em 21 de julho de 2021 -
Revista Desenvolvimento & Civilização (Julho - Dezembro)
v. 2 n. 2 (2021)Edição publicada em 29 de março de 2022. -
Revista Desenvolvimento e Civilização (Janeiro - Junho)
v. 3 n. 1 (2022)Edição publicada em 30 de junho de 2022. -
Revista Desenvolvimento & Civilização (Julho - Dezembro)
v. 3 n. 2 (2022)Edição publicada em 19 de dezembro de 2022. -
Revista Desenvolvimento & Civilização (Janeiro - Junho)
v. 4 n. 1 (2023)Edição publicada em 25 de Abril de 2023 -
Revista Desenvolvimento & Civilização (Julho - Dezembro)
v. 4 n. 2 (2023) -
Revista Desenvolvimento & Civilização
v. 5 n. 1 (2024) -
Revista Desenvolvimento & Civilização (Julho - Dezembro)
v. 5 n. 2 (2024) -
Revista Desenvolvimento e Civilização
v. 6 n. 1 (2025) -
Revista Desenvolvimento e Civilização
v. 6 n. 2 (2025) -
Revista Desenvolvimento e Civilização
v. 7 n. 1 (2026)Este número da revista nasce de uma inquietação comum: como pensar
educação, tecnologia e inteligência artificial sem perder de vista as disputas de
poder, soberania e desigualdade que atravessam o nosso tempo?
Não se trata de um dossiê técnico sobre ferramentas digitais, nem de um
entusiasmo acrítico diante da inovação. O que orienta este volume é uma
posição clara: a inteligência artificial, quando entra na educação, não entra
sozinha. Ela carrega modelos de desenvolvimento, racionalidades econômicas,
interesses corporativos, ideologias e projetos de sociedade.
Por isso, a organização dos textos não segue apenas uma lógica temática, mas
um percurso político-intelectual. Optamos por iniciar com o fundamento teórico
que sustenta a própria Cátedra que inspira este projeto, avançar para o debate
internacional sobre o direito à educação na era da IA, descer ao chão do
trabalho docente e das instituições educacionais, explorar experiências
concretas na América Latina, aprofundar a crítica estrutural ao capitalismo digital
e, por fim, ampliar o horizonte para as condições materiais do desenvolvimento
no Sul Global.A ordem foi pensada como um movimento: da soberania à governança global;
da norma ao cotidiano da escola; da experiência à crítica estrutural; da
regulação às bases materiais do desenvolvimento.Não é uma sequência neutra. É uma tomada de posição.