Inflexões sobre a vitalidade e o cuidado na época do biopoder: a emergência do biocurrículo

Leonardo Rangel dos Reis

Resumo


Os estudos de Michel Foucault, sobre o poder, abriram as portas para que pensássemos a tomada da vida pelo poder político na contemporaneidade. Com base nisso e frente aos avanços tecnológicos e científicos, a vida entrou em uma rede de vigilância, de controle e de regulação nunca antes vistos. A vida tornada manipulável, transformada em objeto, perde o seu sentido de mistério, para se tornar cada vez mais transparente, pensada como objetivo a ser alcançado, em contextos de disputas, desejos e expectativas, em que os sentidos buscados dependem cada vez mais dos jogos contingentes e das buscas pontuais, que podem ser encontradas em torno dos “mercados”. Nesse contexto, o presente artigo aponta o currículo como uma espécie de currículo a serviço da vitalidade, ou, biocurrículo.

Palavras-chave


Biopoder; Biocurrículo; Cuidado; Educação

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ISSN 1518-5370 [impresso] • 1982-0305 [eletrônico]
Teias, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação – ProPEd/UERJ
Qualis/Capes - A2 (2017/2018) 
DOI: 10.12957/teias

 

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