MAR, AMAR, AMOR

Rafael Almeida de Freitas

Resumo


Você pode escutar?

Ouça o atrito das ondas carregando a areia,

Tantos sonhos que um dia fui capaz de sonhar...

 

Quando? Quando irá se atentar?!

As batidas no peito mais se assemelham com instáveis oscilações do Mar.

 

Em seu ritmo natural, corta o tempo e acalma conflitos.

Para mim, é um suave convite;

Para uma multidão, um verão de domingo;

Para os peixes, então, existência e abrigo.

 

O Mar...

 

Talvez, um dia, fosse Amor;

E numa confusão, se fez Amar.

Mas, como é de muito se esperar, uma parte se ausentou:

De Amar, se fez o Mar.

 

Minh’ alma comunga de sua imensidão.

Um enorme vazio preenche meu coração.

Mas ao ouvir pela noite, no sereno a pairar,

As ondas sem descansar, num cortejo ao lugar,

As estrelas surgindo e o céu a brilhar;

Me permito refletir e a mim mesmo aconselhar:

 

Se o Mar, um dia foi Amor, e se fez Mar, por tanto Amar,

Seguirei constante em meu caminho:

Acreditando no Amor e me inspirando no [A]Mar.

Palavras-chave


Analogia; Conceito; Escrita; Representação.

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DOI: https://doi.org/10.12957/redoc.2022.69355

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