imagens insurgentes
potências pedagógicas e filosóficas do cinema em contextos de privação de liberdade
DOI:
https://doi.org/10.12957/childphilo.2026.95218Palabras clave:
cine, filosofía con niñas y niños, medidas socioeducativas, pedagogía de la escucha, imágenes precariasResumen
Este artículo articula dos experiencias de investigación desarrolladas en espacios socioeducativos en Brasil, ambas dedicadas a la escucha, la creación y el análisis de prácticas cinematográficas con adolescentes en privación de libertad. Desde una perspectiva ético-estética, exploramos las posibilidades filosóficas del cine como forma de producción de mundos y subjetividades en contextos marcados por la exclusión, el racismo estructural y la violencia institucional. Las investigaciones, realizadas en diferentes momentos e instituciones, proponen metodologías comprometidas con la alteridad, la coautoría y la experimentación estética como modos de resistencia y reinvención de la existencia. A partir de las imágenes producidas por estas juventudes, reflexionamos sobre los desplazamientos que estas prácticas provocan en los modos tradicionales de concebir la educación, la infancia y el propio cine. El texto se inserta en el debate contemporáneo sobre las prácticas de Filosofía para/con Niñas, Niños y Jóvenes, reivindicando una praxis que enfrente el colonialismo y el racismo epistémico en espacios considerados “no ideales”, privilegiando experiencias atravesadas por imágenes y sonidos.
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