Canção de resistência: reflexões para o ensino-aprendizagem de língua portuguesa no ensino médio
DOI:
https://doi.org/10.12957/soletras.2024.80094Palabras clave:
Canção, Canção de resistência, Opressão, Linguagem, Ensino-aprendizagem de línguaResumen
Este artigo apresenta reflexões oriundas do legado que nos deixou Paulo Freire e de estudos discursivos em Linguística Aplicada, nos quais nos embasamos para a elaboração de uma prática educativa orientada para uma turma de 1º ano do ensino médio. O quadro teórico no qual nos embasamos, tanto para nossas reflexões, quanto para a elaboração de nossa prática educativa, tem como principais referenciais a pedagogia crítica de Freire (1987, 2021), os estudos enunciativistas de Bakhtin (1997), a Análise Crítica de Gênero (ACD) e o trabalho realizado pelo Grupo de Estudos sobre a Canção (GECAN), como um gênero discursivo multissemiótico. A proposta da prática educativa em sala de aula seguiu os princípios metodológicos da pesquisa-ação: problematização, ação, reflexão, ação, transformação. Para isso utilizamos seis canções, às quais denominamos canções de resistência. Em relação aos resultados, neste artigo apresentamos apenas um resultado parcial, uma vez que o nosso estudo ainda não foi concluído.
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