CORPOS JUVENIS NA ESCOLA: ENTRE NORMAL(T)IZAÇÕES E DISSIDÊNCIAS IDENTITÁRIAS DE GÊNERO E DE SEXUALIDADE
DOI:
https://doi.org/10.12957/redoc.2025.91157Resumo
Os ataques às mulheres e a comunidade LGBTQIAPN+ ganham proporções abissais em tempos de avanços da extrema direita no mundo e no Brasil. As ofensivas anti-gênero nos levam a refletir sobre como os jovens e adolescentes no ensino médio percebem seus corpos no ambiente escolar. Neste sentido, problematizamos os modos como estes corpos performatizam seus gêneros, se posicionam a respeito deles e como se conformam (ou não) às normal(t)izações impostas pela cisheteronorma. A cartografia é o eixo teóricometodológico da investigação. Realizamos oficinas e conversas para costurar os fios em uma tessitura de reflexões com jovens, compreendendo como performatizam/produzem suas identidades de gênero. Alguns achados indicam que os jovens percebem seus corpos em contexto de desigualdades e da estigmatização, de racialização, de pressão à cishteronorma e de resistência em suas corporalidades. As resistências apontam para um maior empoderamento dos corpos dissidentes da cisheteronorma, constituindo um ambiente mais respeitoso. As vozes potentes dos jovens são basilares no protagonismo para construir uma escola acolhedora, democrática, não-sexista e não-lgbtifóbica. Reconhece-se que os corpos são racializados.
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