Abordagem histórica e artística do uso das cores Azul e Rosa como pedagogias de gênero

João Paulo Baliscei

Resumo


Historicamente, como as cores têm sido utilizadas como pedagogias de gênero e sexualidade? Esse artigo de cunho bibliográfico e analítico tem o objetivo de investigar, a partir de aspectos históricos e artísticos, como as cores azul e rosa têm desempenhados pedagogias de gênero e sexualidade em sociedades ocidentais. Adotaram-se os Estudos Culturais e Estudos de Gênero, aproximando-os de produções artísticas em que o azul e o rosa foram associados a gêneros específicos. Verificaram-se indícios de que, antes do século XX, no ocidente, fora comum identificar meninos de rosa e meninas de azul. Posterior ao século XX, porém, as identificações cromáticas passaram a ser inversas, isto é, o azul foi associado às masculinidades e o rosa, às feminilidades.

Palavras-chave


Gênero; Cor; imagem.

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DOI: https://doi.org/10.12957/teias.2020.46113

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ISSN 1518-5370 [impresso] • 1982-0305 [eletrônico]
Teias, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação – ProPEd/UERJ
Qualis/Capes - A2 (2017/2018) 
DOI: 10.12957/teias

 

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