BASE NACIONAL COMUM: A AUTONOMIA DOCENTE E O CURRÍCULO ÚNICO EM DEBATE

Talita Vidal Pereira, Veronica Borges de Oliveira

Resumo


Nesse artigo, problematizamos os discursos que defendem o estabelecimento de uma “base nacional comum” como garantia da qualidade da educação. Incorporamos aportes pós-estruturalistas de autores como Laclau, Mouffe e Derrida, para argumentar que esses discursos estão carregados de rastros de realismo e essencialismo que sustentam concepções de conhecimento como construções que expressam a realidade e, dessa forma, devem ter destaque privilegiado no currículo. Defendemos que pensado dessa forma o currículo assume uma dimensão marcadamente instrumental e passa a se constituir como guia do trabalho docente comprometendo a condição de autonomia, enquanto um exercício contingente e indecidível, na formação desse profissional.

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ISSN 1518-5370 [impresso] • 1982-0305 [eletrônico]
Teias, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação – ProPEd/UERJ
Qualis/Capes - A2 (2017/2018) 
DOI: 10.12957/teias

 

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