Cenas do cotidiano escolar: descobertas e invenções de pesquisas com narrativas imagéticas

Inês Barbosa de Oliveira

Resumo


Muitas são as expressões que, de modos diversos e complementares, ou mesmo contraditórios, definem o que é a atividade de pesquisar, a que ela se destina, que prioridades tem ou deve ter. As próprias noções do que sejam teoria e prática, experiência, evidência ou indício, descoberta e invenção, ou os modos de, a partir dos resultados do ato de pesquisar, compreender, narrar, explicar seus significados possíveis e sua relevância para seus eventuais destinatários são objeto de muitas controvérsias e debates.
Dentre as máximas que a polêmica produziu ao longo dos muitos anos em que esse debate se coloca no seio da comunidade científica, uma delas, cuja formulação exata não encontrei, é uma enunciação de Einstein, na qual ele afirma, ao ser perguntado sobre o que seria sua pesquisa, algo como: “Não sei. Chamamos de pesquisa porque não sabemos o que é, se soubéssemos o que é, não seria pesquisa”. Fica claro para o interlocutor que, para Einstein, pesquisar é uma atividade destinada a (des)cobrir mistérios, compreender coisas novas, enfrentar o desafio do conhecimento do mundo.

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ISSN 1518-5370 [impresso] • 1982-0305 [eletrônico]
Teias, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação – ProPEd/UERJ
Qualis/Capes - A2 (2017/2018) 
DOI: 10.12957/teias

 

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