OS PERIGOS DA ESCOLA SEM PARTIDO

Karla Saraiva, Juliana Ribeiro de Vargas

Resumo


O Movimento Escola sem Partido (ESP) vem promovendo, de forma crescente, ações de controle e coerção ao trabalho docente. No intuito de afastar a possibilidade de uma doutrinação por meio das práticas em sala de aula, o ESP incentiva a denúncia por parte de pais e alunos, visando instaurar uma vigilância pervasiva e ubiqua sobre os professores. O objetivo deste artigo é problematizar os perigos que a disseminação das ideias do ESP pode (im)por à Educação, seja em relação à ação docente, seja em relação à formação das próximas gerações, a partir de um quadro teórico de orientação pós-estruturalista.

Palavras-chave


Escola sem Partido - Docência - Alunos

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DOI: https://doi.org/10.12957/teias.2017.30651

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ISSN 1518-5370 [impresso] • 1982-0305 [eletrônico]
Teias, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação – ProPEd/UERJ
Qualis/Capes - B1 - Educação
DOI: 10.12957/teias

 

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