Ismene, princesa de Tebas e o páthos (pós-)moderno

Autores

  • Carlinda Nuñez
  • Tereza Virgínia Ribeiro Barbosa UFMG

DOI:

https://doi.org/10.12957/soletras.2016.28930

Resumo

Resumo: A tragédia de Ismene, princesa de Tebas, de Pedro de Senna (com estreia em 2007 e publicação em 2013), nos ocupará nesse estudo. A peça levou o 1º prêmio, por júri popular, na “Seleção Brasil em Cena 2006”, concurso de dramaturgia para novos autores, promovido pelo Centro Cultural Banco do Brasil e foi encenada, no ano seguinte, sob a direção do premiado Moacir Chaves. Nosso método, a abordagem intercultural, se enquadra numa modalidade específica de comparativismo que, sem desprezar correlações e paralelismos, privilegia a função das intempestividades anacrônicas adotadas como procedimento estético e com rentabilidade artística. Trata-se de depreender um saber social que se exprime no discurso, no plano das contextualidades culturais. Além do mencionado aparato teórico, vamos igualmente lançar mão da teorização de Warburg e de seu conceito de Pathosformeln, isto é, das “fórmulas afetivas”.

 

Palavras-chave: Pedro de Senna, Sófocles, Ismene, recepção clássica.

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Como Citar

NUÑEZ, Carlinda; RIBEIRO BARBOSA, Tereza Virgínia. Ismene, princesa de Tebas e o páthos (pós-)moderno. SOLETRAS, Rio de Janeiro, Brasil, n. 32, p. 301–319, 2017. DOI: 10.12957/soletras.2016.28930. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/soletras/article/view/28930. Acesso em: 7 abr. 2026.