A Repression That Never Ends
Organization of Relatives and Anti-Carceral Activists in the Face of “Uncertainty,” “Waiting,” and “Confusion” During the COVID-19 Pandemic
Keywords:
Prison, Pandemic, Devices, InterventionAbstract
https://doi.org/10.1590/2179-8966/2026/93191
Este artigo analisa as formas pelas quais familiares de pessoas privadas de liberdade e militantes enfrentaram a violência institucional no interior das prisões de Córdoba (Argentina) durante a pandemia de COVID-19. A partir de um trabalho de campo etnográfico, exploram-se os modos pelos quais a “incerteza”, a “confusão” e a “espera” operam como dispositivos que estruturam a experiência carcerária.
O texto também reflete sobre o papel da intervenção antropológica nesses contextos. O trabalho de campo incluiu o acompanhamento das demandas dos interlocutores, a produção coletiva de dados estatísticos sobre mortes e contágios, e a organização de uma coletiva de imprensa, entre outras atividades, junto a familiares, organizações sociais e movimentos de direitos humanos. Ao longo da pesquisa, são reconstruídos os cruzamentos entre as demandas urgentes dirigidas ao Estado e o lugar ocupado pelo trabalho etnográfico na veiculação dessas reivindicações em um cenário marcado pelo terror.
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Copyright (c) 2026 Agustín Villarreal Agustin, Nahuel (Autor/a)

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