[EM EDIÇÃO] Condições de trabalho e autonomia profissional da equipe de enfermagem no sistema prisional

Autores

Palavras-chave:

Enfermagem, Condições de Trabalho, Autonomia Profissional, Prisões

Resumo

Objetivo:  avaliar as condições de trabalho e o nível de autonomia profissional da equipe de enfermagem no sistema prisional de Minas Gerais, Brasil. Método: estudo transversal, descritivo-analítico e quantitativo, realizado com 164 profissionais de enfermagem que atuam em sistema prisional em Minas Gerais. Utilizou-se um questionário para obter os dados laborais e a Nursing Activity Scale para avaliar o nível de autonomia, aprovado pelo comitê de ética. Resultados: a maioria dos profissionais eram enfermeiras, com vínculo efetivo, trabalhando diurnamente em regime 4x 1, com espaço para trabalho, mas com carência de recursos, treinamento e local de descanso. Predominou um nível médio de autonomia profissional. A análise inferencial mostrou que ter filhos se associou a menor autonomia, enquanto maior idade e ter companheiro se relacionaram a maior autonomia. Conclusão: as condições de trabalho desses profissionais no sistema prisional são desafiadoras e o nível de autonomia é principalmente médio, influenciado por características pessoais e profissionais.

Biografia do Autor

Leslie Diniz Alves, Universidade de São Paulo

Enfermeira. Mestre em Ciências pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil.

Luiz Almeida da Silva, Universidade Federal de Catalão

Enfermeiro. Doutor em Ciências. Professor Doutor da Universidade Federal de Catalão. Catalão, GO, Brasil.

Maria Lucia do Carmo Cruz Robazzi, Universidade de São Paulo

Enfermeira. Doutora em Ciências. Professora Doutora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil.

Rita de Cassia de Marchi Barcellos Dalri, Universidade de São Paulo

Enfermeira. Doutora em Ciências. Professora Doutora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil.

Beatriz Maria dos Santos Santiago Ribeiro, Universidade de São Paulo

Enfermeira. Doutora em Ciências. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da Universidade de São Paulo. Ribeirão Preto (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil.

Fábio de Souza Terra, Universidade Federal de Alfenas

Enfermeiro. Doutor em Ciências. Professor Doutor da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Alfenas. Alfenas, MG, Brasil.

Cristiane Aparecida Silveira Monteiro, Universidade Federal de Alfenas

Doutora em Ciências. Professora Doutora da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Alfenas, Alfenas. MG, Brasil.

Sérgio Valverde Marques dos Santos, Universidade Federal de Alfenas

Enfermeiro. Doutor em Ciências. Professor Doutor da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Alfenas. Alfenas, MG, Brasil.

Publicado

27.05.2026

Como Citar

1.
Alves LD, Silva LA da, Robazzi ML do CC, Dalri R de C de MB, Ribeiro BM dos SS, Terra F de S, et al. [EM EDIÇÃO] Condições de trabalho e autonomia profissional da equipe de enfermagem no sistema prisional. Rev. enferm. UERJ [Internet]. 27º de maio de 2026 [citado 30º de maio de 2026];34(1):e95000. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/enfermagemuerj/article/view/95000

Edição

Seção

Artigos de Pesquisa

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