o que as teorias da psicologia da educação não nos contam
cartagrafias de percursos e experiências docentes
DOI:
https://doi.org/10.12957/childphilo.2026.96047Palabras clave:
carta-grafía, intercesores, formación docente, psicología, educaciónResumen
Este artículo, escrito en tono ensayístico, parte de las experiencias del autor y de la autora como docentes de Psicología de la Educación en la Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Escrito en forma de correspondencias, el texto se sostiene a partir de la metodología de carta-grafía, un híbrido de escritura epistolar y cartográfica. Por medio de las cartas, los/as autores/as se sienten más cómodos para contar y convocar sus experiencias en el campo de la Psicología de la Educación, problematizando algunos obstáculos y desafíos en el campo, a saber: la excesiva historización, la hegemonía de ciertos autores (entendidos como padres o dueños de ciertas teorías), la rigidez de los planes de enseñanza, la velocidad con la que se enseñan los contenidos, la poca apertura a otras epistemologías, así como a la poesía, la literatura y otras expresiones artísticas. Junto a autores como Freud, Piaget, Vygotsky, Skinner, Pavlov y Wallon, y no necesariamente convergentes, se presentan autores como bell hooks, Milan Kundera, Deleuze, Guattari, Julio Cortázar, Guadalupe Tomazolli, Sandra Corazza, Lenin, Mia Couto, Grada Kilomba y Ailton Krenak, una apuesta a lo colectivo, a lo que puede suceder cuando aceptamos el poder del entre, cuando abrimos colectivamente nuestras clases, cuando nos permitimos experimentar pensamientos cuticulares, cuando cuestionamos nuestros cuerpos do(c)entes, cuando pedimos permiso a un perro para que pueda habitar una clase, cuando, en lugar de contentarnos con la imagen gélida y solitaria de un iceberg, decidimos sentarnos a la sombra de un solidario árbol frondoso.
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