Gêneros e sexualidades praticados em currículos dissidentes nos/com os cotidianos escolares

Maria da Conceição Silva Soares, Vanessa Maia Bardosa de Paiva, Leonardo Nolasco-Silva

Resumo


Este artigo problematiza as políticas que atualmente estão em debate a partir do Programa Escola “sem” Partido, transformado em projeto de lei que tramita no Congresso Nacional. O texto trata das atitudes conservadoras que avançam sobre a Educação, desconsiderando a diferença que habita o cotidiano nas/das escolas. Apresenta micro políticas de resistência que tencionam o poder de pensar a escola a partir dos gabinetes. A partir da metodologia das pesquisas com os cotidianos, apresenta resultados de pesquisas que indicam que não adianta proibir o debate sobre gêneros e sexualidades nas escolas porque este se atualiza com as práticas do dia a dia, desafiando o que está sendo recomendado como “o correto”.

Palavras-chave


currículos dissidentes; gênero e sexualidade; escola sem partido

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ISSN 1518-5370 [impresso] • 1982-0305 [eletrônico]
Teias, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação – ProPEd/UERJ
Qualis/Capes - B1 - Educação
DOI: 10.12957/teias

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