MITOCRÍTICA PORTUGUESA: NA CRISE FINISSECULAR, O REFLORESCER DE MITOS

Autores

  • Roberto Nunes Bittencourt UFRJ

DOI:

https://doi.org/10.12957/soletras.2011.5924

Resumo

O estudo do imaginário, para Gilbert Durand, se constitui em umaapreciação arquetípica da imaginação criadora. Em suas reflexões, destacaque o homem é dotado de uma potencial faculdade simbolizadora nomeio sócio-cultural. Pensando na possibilidade de interpretação dessessímbolos e das imagens que se configuram no inconsciente coletivo – asprojeções inconscientes dos arquétipos em interação com as solicitaçõesdo meio – o antropólogo do imaginário propôs uma classificação taxionômicadas imagens do sistema antropológico, propondo-se, por exemplo,a diferenciar arquétipo, símbolo, signo e, por fim, mito.

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Publicado

2011-12-02

Como Citar

BITTENCOURT, Roberto Nunes. MITOCRÍTICA PORTUGUESA: NA CRISE FINISSECULAR, O REFLORESCER DE MITOS. SOLETRAS, Rio de Janeiro, Brasil, n. 22, p. 161–177, 2011. DOI: 10.12957/soletras.2011.5924. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/soletras/article/view/5924. Acesso em: 7 abr. 2026.

Edição

Seção

Artigos Originais