LITERATURA E ADAPTAÇÃO CINEMATOGRÁFICA: DIFERENTES LINGUAGENS, DIFERENTES LEITURAS

Autores

  • Flávio Freire
  • Renata Zaninelli

DOI:

https://doi.org/10.12957/soletras.2008.4869

Resumo

O escritor suíço Umberto Eco disse à revista Wired, certa vez, quea fotografia assumiu muitas das funções da pintura, como a de retratarimagens de pessoas, mas que ela não matou a pintura e sim a libertou. Afotografia apenas abriu espaço para a experimentação, da mesma formaque o cinema não deseja “matar” a literatura e sim libertá-la para que oespectador possa realizar outras leituras através da visão do cineasta.Infelizmente há muitos profissionais que ainda desconhecem alinguagem do texto cinematográfico, e persistem em compará-la com alinguagem escrita, desconsiderando assim, novas idéias, implícitas, quepermeiam algumas obras adaptadas.

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Como Citar

FREIRE, Flávio; ZANINELLI, Renata. LITERATURA E ADAPTAÇÃO CINEMATOGRÁFICA: DIFERENTES LINGUAGENS, DIFERENTES LEITURAS. SOLETRAS, Rio de Janeiro, Brasil, n. 15, p. 179–186, 2013. DOI: 10.12957/soletras.2008.4869. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/soletras/article/view/4869. Acesso em: 22 mar. 2026.

Edição

Seção

Artigos Originais