A douta ignorância como horizonte epistemológico entre fé e ciência:
fundamentos histórico-filosóficos e implicações para a formação humana
DOI:
https://doi.org/10.12957/teias.2026.98251Palavras-chave:
ciência, religião, educação, douta ignorânciaResumo
O artigo reúne três autores, Boaventura de Bagnoregio (1217-1274), Guilherme de Ockham (1285-1347) e Nicolau de Cusa (1401-1464), que situam os movimentos histórico-sociais em momentos distintos e abordam a relação entre ciência e fé. Os objetivos são investigar o passado e promover reflexões voltadas à educação e à formação humana, pautadas nas exigências sociais e amparadas pela religião, economia e política. Nesse sentido, a questão que se levanta é: O que corresponde à douta ignorância diante da ciência e da religião? Talvez essa pergunta se mostre inquietante no contexto do século XXI. Assim, a pesquisa abrange debates elaborados por grandes pensadores dos séculos passados, referentes ao uso do intelecto como fonte de compreensão e transformação da sociedade. Desse modo, a investigação pretende responder a essa questão, favorecendo a compreensão do significado de douta ignorância e viabilizando reflexões sobre suas implicações socioeducacionais no presente.
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