Anselm Jappe

fetichismo, narcisismo e forma jurídica

Autores/as

  • Victor Ferreira USP

Palabras clave:

Fetichismo, Narcisismo, Crise, Subjetividade Jurídica

Resumen

https://doi.org/10.1590/2179-8966/2026/92845

O objetivo deste artigo consiste em analisar a leitura de Anselm Jappe a respeito da articulação entre a teoria do fetichismo e a constituição psíquica da subjetividade contemporânea, cujo traço mais marcante é o narcisismo. Após estabelecer a relação simbiótica entre a forma do valor e o desenvolvimento do fenômeno narcísico, desnuda-se o caráter autodestrutivo do fetichismo e seu impacto sobre a subjetividade, o que conduz o capitalismo a um estado de colapso. Ao final, busca-se desenvolver os aproveitamentos da análise de Jappe, especialmente acerca do fetichismo e da crise, para a crítica de Evguiéni Pachukanis à subjetividade jurídica.

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Publicado

2026-03-11

Cómo citar

Ferreira, V. (2026). Anselm Jappe: fetichismo, narcisismo e forma jurídica . Direito E Práxis, 17(1). Recuperado a partir de https://www.e-publicacoes.uerj.br/revistaceaju/article/view/92845

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