LA EDUCACIÓN A TIEMPO COMPLETO EN LA ENSEÑANZA MEDIA Y SUS IMPLICACIONES CON BASE EN LA LEY 13.415/2017
Un análisis a partir de las implicaciones de la Ley 13.415/2017 y de las Directrices BNCC y DCNEM
DOI:
https://doi.org/10.12957/periferia.2026.95546Palabras clave:
Educación a tiempo completo , Reforma de la Educación Secundaria , políticas públicasResumen
Este artículo forma parte de una tesis doctoral en curso y tuvo como objetivo analizar la educación integral a tiempo completo y sus implicaciones, a partir de la Ley 13.415/2017, de la Base Nacional Común Curricular (BNCC) y de las Directrices Nacionales para la Educación Media (DCNEM). El tiempo de permanencia de los estudiantes en las instituciones educativas ha sido objeto de críticas y debates por parte de investigadores del campo de las políticas públicas, quienes vieron, en la flexibilización curricular y en la introducción de itinerarios, la fragmentación del proceso formativo de la juventud. Se trata de una investigación cualitativa, documental y de revisión de la literatura, fundamentada en la categoría de totalidad, para comprender las contradicciones acerca de los discursos propalados sobre la formación humana y la realidad vivida por la reforma educativa. Mediante el Materialismo Histórico Dialéctico se buscó desvelar cómo la jornada escolar se ha articulado con las demandas del mercado laboral, reflejando la precarización de la educación. Los resultados indicaron que, aunque la educación a tiempo completo surge con el fin de ofrecer una formación omnilateral, con estos cambios, observamos que hay una declinación hacia las intenciones de la lógica capitalista, con una formación precaria y aligerada, para corresponder a los intereses del mercado laboral.
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