INSTRUMENTOS NORMATIVOS GLOBALES Y LAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDCACIÓN INCLUSIVA
del período posterior a la Segunda Guerra Mundial a la Agenda 2030
DOI:
https://doi.org/10.12957/periferia.2025.91502Palabras clave:
Educación Inclusiva , Educación Especial, Políticas Públicas, Organismos Multilaterales , Agenda 2030Resumen
El Estado de Bienestar Social, consolidado en el período posterior a la Segunda Guerra Mundial, representó un hito en la ampliación de los derechos sociales y en la construcción de sistemas públicos de protección social. La creación de la ONU y la UNESCO impulsó un movimiento internacional de reconocimiento de los derechos de las personas con discapacidad. Documentos como la Declaración de Salamanca (1994) y la Convención sobre los Derechos de las Personas con Discapacidad (2007) consolidaron principios fundamentales para la inclusión educativa, influyendo en las legislaciones nacionales, incluida la brasileña. La investigación documental y bibliográfica que dio origen a este artículo buscó analizar la relación entre los instrumentos normativos globales que tratan las políticas públicas para la educación como un derecho de todos —con énfasis en la educación inclusiva— y la formulación de políticas públicas de educación inclusiva en Brasil, identificando cómo estas directrices internacionales impulsaron la construcción de los sistemas educativos nacionales para la educación especial. La Agenda 2030 reforzó el compromiso global contemporáneo con la equidad en la educación, destacando la necesidad de que los organismos multilaterales actúen en la reducción de las desigualdades educativas a nivel global. Así, estos organismos presentan en sus documentos normativos directrices orientadas a los países para enfrentar tales disparidades, sugiriendo estrategias para superar dichas brechas inclusivas.
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