“ESTOY SIENDO LO QUE SIEMPRE FUI”
“ESTeatro del Oprimido y Juventud LGBTI+ de la Favela en la Escuela
DOI:
https://doi.org/10.12957/periferia.2026.91493Palabras clave:
Teatro del Oprimido, Juventud Periférica, Género y Sexualidad, Psicosociología de Comunidades, EducaciónResumen
Este artículo presenta un recorte de investigación realizado en el Programa de Posgrado en Psicosociología de Comunidades y Ecología Social de la Universidad Federal de Río de Janeiro (UFRJ), cuyo objetivo es reflexionar sobre las relaciones entre género y sexualidad en el contexto escolar de la juventud periférica urbana, utilizando el Teatro del Oprimido como herramienta pedagógica para una educación decolonial. Los talleres se llevaron a cabo en una escuela pública de educación secundaria en Río de Janeiro. La metodología consistió en aplicar prácticas corporales y dramatizaciones para abordar las opresiones que los estudiantes experimentan en su vida cotidiana, con un enfoque en las problemáticas que afectan a la población LGBTI+. Los resultados indican la creación de un espacio de escucha, apoyo y compartición colectiva, promoviendo el desarrollo de estrategias críticas para enfrentar las opresiones interseccionales. La conclusión es que el uso del Teatro del Oprimido, como herramienta pedagógica, fortaleció la educación antirracista y decolonial, fomentando reflexiones colectivas sobre el género, la sexualidad y sus implicaciones en el entorno escolar.
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