HETERONORMATIVIDAD Y ESTUDIANTES UNIVERSITARIOS LGBTS
DOI:
https://doi.org/10.12957/periferia.2025.86321Palabras clave:
Heteronormatividad, estudiantes LGBT, Espacialidad, HomofobiaResumen
Este artículo pretende establecer diálogos entre la sexualidad y los estudiantes LGBT para investigar las diferencias en espacialidad entre los tamaños de ciudades y la ubicación de residencia. El campo teórico y analítico se fundamenta en la Geografía Cultural, en una perspectiva postestructuralista, en diálogo con metodologías feministas, para comprender los hallazgos del estudio. Se realizó un cuestionario virtual con estudiantes de universidades, cuyas respuestas apuntan a la lgbtfobia como un problema social, variable según cada contexto socioespacial. Por lo tanto, es urgente contar con una Geografía más humanizada y comprensiva de las discriminaciones cotidianas que rigen a los sujetos, con el fin de desestabilizar prácticas prejuiciosas y discriminatorias. Así, por fin podremos contar con una Geografía no sólo técnica, sino humanizada, que se preocupe por los espacios y sujetos marginados y contribuya a una educación por las diferencias y también para las diferencias, exaltando la función social de las escuelas y universidades. , a favor de una sociedad que busque la otredad, la equidad y la pluralidad como principios de una mejor convivencia democrática.
Citas
BUTLER, J. Problemas de Gênero. Tradução de Renato Aguiar. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2003.
CASTROGIOVANNI, A. C. Espaço geográfico escola e seus arredores: descobertas e aprendizagens. In: CALLAI, H. C. (Orga.) Educação Geográfica: reflexão e prática. Ijuí: Ed. Unijuí, 2011.
CLAVAL, P. Epistemologia da Geografia. Florianópolis: Editora UFSC, 2011.
CORAZZA, Sandra. Labirintos da pesquisa, diante dos ferrolhos. In: COSTA, M. V. (Org.), Caminhos investigativos: novos olhares na pesquisa em educação. 2. ed. Rio de Janeiro; DP&A, 2002. p. 105-131.
CORRÊA, R. L. Construindo o conceito de cidade média. In: SPOSITO, M. E. B. Cidades médias: espaços em transição. Expressão Popular: São Paulo, 2007.
COSTA, M. V.; SILVEIRA, R. H.; SOMMER, L. H. Estudos culturais, educação e pedagogia. Revista Brasileira de Educação, São Paulo, n. 23, p. 36-61, maio/ago, 2003.
BARDUNI FILHO, J; et al. A transformação das relações afetivas no meio rural: breves anotações das relações oficiosas, e oficiais na perspectiva de gênero. In: VIII CONGRESSO LATINOAMERICANO DE SOCIOLOGIA RURAL, Porto de Galinhas, 2010. Disponível em: <http://www.gerar.ufv.br/publicacoes/A_TRANSFORMACAO_DAS_RELACOES_%20AFETIVAS_NO_MEIO_RURAL_BREVES_ANOTACOES_DAS_RELACOES_OFICIOSAS_E_OF.pdf>. Acesso em: 01 ago. 2024
FRANÇA, I. S. de. A cidade média e suas centralidades: O exemplo de Montes Claros no norte de Minas Gerais. 2007. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2007. Disponível em: <http://repositorio.ufu.br/bitstream/123456789/16226/1/CidadeMediaCentralidades.pdf>. Acesso em: 01 ago. 2024.
GOMES, P. C. da C. O lugar do olhar: elementos para uma geografia da visibilidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2013.
LE BOTERF, G. Pesquisa participante: propostas e reflexões metodológicas. In: BRANDÃO, Carlos Rodrigues (Org.). Repensando a pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense, 1984.
LOURO, G. L. Gênero, sexualidade e educação; uma perspectiva pós-estruturalista. Petrópolis: Vozes, 2001.
MASSEY, D. Espacio, lugar y género. Debate feminista. Traducción: Gloria Elena Bernal. Cambridge: Polity Press, 1998.
______. Pelo espaço: uma nova política da espacialidade. Tradução de Hilda Pareto Maciel e Rogério Haesbaert. 3. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012.
MISKOLCI, R. Teoria Queer: um aprendizado pelas diferenças. Belo Horizonte: Autêntica/UFOP, 2012.
MOREIRA, C. A. G. (2016). Espaço escolar, geografia e homofobia: um diálogo entre educação, gênero e diversidade sexual. 2016. Dissertação (Mestrado em Geografia) — Programa de Pós-Graduação em Geografia, Instituto de Ciências Humanas, Universidade Federal de Pelotas, 2016.
NARVAZ, M. G.; KOLLER, S. H. Metodologias feministas e estudos de gênero: articulando pesquisa, clínica e política. In: Psicologia em Estudo, 2006. Maringá v.11, n. 3, p. 647-654.
NEIRA, M. G.; LIPPI, B. G. Tecendo a Colcha de Retalhos: a bricolagem como alternativa para a pesquisa educacional. Educ. Real., Porto Alegre, v. 37, n. 2, p. 607-625, maio/ago. 2012.
NICHOLSON, L. Interpretando o gênero. In: Revista Estudos Feministas. Florianópolis, 2000. vol. 8, n.2.
ORNAT, M. J. Sobre espaço e gênero, sexualidade e geografia feminista. Terr@Plural, Ponta Grossa, 2008. Disponível em <http://www.revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/1182/894> Acesso em: 01 ago. 2024.
PARAÍSO, M. A. Metodologias de pesquisas pós-críticas em educação e currículo: trajetórias, pressupostos, procedimentos e estratégias analíticas. In: MEYER, Dagmar Estermann; e PARAÍSO, M. A. (orgs.). Metodologias de pesquisas pós-criticas em educação. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2012.
ROSALDO, M. Z.; Lamphere, L. A Mulher, a Cultura e a Sociedade. Tradução de Cila Ankier e Rachel Gorenstein. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1979.
RUBIN, G. Pensando o Sexo: Notas para uma Teoria Radical das Políticas da Sexualidade. Gayle Rubin. Tradução de Felipe Bruno Martins Fernandes. Revisão de Miriam Pillar Grossi, 1984. Disponível em: <https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/1229/rubin_pensando_o_sexo.pdf>. Acesso em: 01 ago. 2024.
SANTOS, M. A Urbanização Brasileira. São Paulo: Hucitec, 1993.
SAQUET, M. A. Por uma abordagem Territorial. In: SAQUET, M. A.; SPOSITO, E. S. (Orgs.). Territórios e Territorialidades: teorias, Processos e Conflitos. São Paulo: Expressão Popular, 2009.
SCOTT, J. W. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação & Realidade. Porto Alegre, 1995. vol. 20, n. 2, jul./dez.
SILVA, J. M. Geografia, gênero e sexualidades: desafiando as práticas investigativas. Encontro de Geógrafos da América Latina - EGAL, 2009. Disponível em: <http://observatoriogeograficoamericalatina.org.mx/egal12/Geografiasocioeconomica/Geografiacultural/83.pdf> Acesso em: 01 ago. 2024.
SPOSITO, M. E. B. Desafios para o estudo das cidades médias In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE LA RED IBEROAMERICANA DE INVESTIGADORES SOBRE GLOBALIZACIÓN Y TERRITÓRIO, 11, 2010, Mendoza. Anais. Mendoza: UNCUYO - Universidad de Cuyo, 2010.
TORRÃO FILHO, A. Uma questão de gênero: onde o masculino e o feminino se cruzam. Cadernos Pagu, 2005. n.24.
TORRES. M. A. A diversidade sexual na educação e os direitos de cidadania LGBT na Escola. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.
TUAN, Yi-Fu. Topofilia: um estudo da percepção, atitudes e valores do meio ambiente (trad.) Lívia de Oliveira. São Paulo: DIFEL, 1980.
VINUTO, J. A AMOSTRAGEM EM BOLA DE NEVE NA PESQUISA QUALITATIVA: UM DEBATE EM ABERTO. Temáticas, Campinas, 22, (44): 203-220, ago/dez. 2014
WEEKS, J. O corpo e a sexualidade. In: LOURO Guacira (Orga.). O corpo educado. Pedagogias da sexualidade. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Los autores que publican en esta revista concuerdan con los siguientes términos:Los autores mantienen los derechos de autor y conceden a la revista el derecho de primera publicación, con el trabajo simultáneamente licenciado bajo la Creative Commons Attribution License que permite el compartir el trabajo con reconocimiento de la autoría del trabajo y publicación inicial en esta revista.
Los autores tienen autorización para asumir contratos adicionales por separado, para distribución no exclusiva de la versión del trabajo publicada en esta revista (por ejemplo, publicar en repositorio institucional o como capítulo de libro), con reconocimiento de autoría y publicación inicial en esta revista.
Los autores tienen permiso y son estimulados a publicar y distribuir su trabajo en línea (por ejemplo, en repositorios institucionales o en su página personal) a cualquier punto antes o durante el proceso editorial, ya que esto puede generar cambios productivos, así como aumentar el impacto y la cita del trabajo publicado (ver el efecto del acceso libre).
