BARBIE Y EL FENÓMENO DE LA PINKIZACIÓN:
Una mirada a los artefactos culturales y el control social del género
DOI:
https://doi.org/10.12957/periferia.2024.83032Palabras clave:
Pinkización, Barbie, Pedagogías Culturales, GéneroResumen
Este artículo aborda el proceso de pinkización y el control social de género presente en el contexto cultural y educativo actual, un fenómeno social intensificado por artefactos culturales vinculados a Barbie. Explora los discursos mediáticos y sus estrategias para construir el papel de la muñeca, problematizando un proceso que utiliza muchos dispositivos para mantener el orden de género, un orden estrictamente binario. Analiza estos artefactos culturales, así como sus representaciones de valores y formas de vida, en la constitución de las feminidades, así como de las masculinidades. Se cuestiona cómo dichos objetos culturales participan en la construcción de identidades desde la infancia, transmitiendo discursos e intenciones, en la construcción de comportamientos aceptados y deseables, representaciones de belleza, cuerpos ideales y popularidad. En esta propuesta, la interconexión entre Pedagogías Culturales y Estudios de Género ayuda a transformar la visión de los procesos de socialización contemporáneos, reflexionando sobre las diversas relaciones, como las socioculturales, políticas y económicas. Un ejercicio que permite construir otras perspectivas, revelando pistas e inquietudes para reflexionar sobre cómo la sociedad viene afrontando las diferencias de género en la infancia, así como en la vida adulta, a partir de un orden social de género.
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