PROBLEMATIZACIONES ENTRE MASCULINIDADES, INFANCIA Y CURRÍCULO DE CINE DE ANIMACIÓN
DOI:
https://doi.org/10.12957/periferia.2024.82310Palabras clave:
Películas animadas, Artefactos culturales, Currículo, GéneroResumen
El artículo presenta parte de las discusiones de una investigación doctoral en educación que investiga dos películas animadas de Disney – Toy Story 3 y El Rey León, entendiéndolas como artefactos culturales involucrados en la producción de masculinidades e infancias, a partir de inspiración en referencias de estudios de género, los estudios culturales con sesgo postestructuralista y los estudios foucaultianos. El objetivo de este artículo es problematizar la maquinaria discursiva que funciona en la construcción de masculinidades en las dos películas animadas, analizando las pedagogías culturales puestas en funcionamiento en estos artefactos. Así, se pone en discusión el currículo de estas películas, discutiendo sus inversiones educativas, ya que la discursividad presente en ellas hace circular conocimientos y valores que actúan en la producción y control de los sujetos de los niños, de sus cuerpos y de sus géneros. Estos productos culturales utilizan sus propias estrategias discursivas, articulando narrativas, imágenes y sonidos, para sugerir, insinuar y reiterar normas de género y demarcar formas de masculinidad. Al problematizar estas estrategias, podemos anunciar algunas de las posibilidades de ruptura con los modelos establecidos.
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