PINÓQUIO
do livro às telas, a mudança de suporte em tempos culturais distintos
DOI:
https://doi.org/10.12957/periferia.2026.91044Palavras-chave:
Adaptação cinematográfica , Literatura Infantil e Juvenil (LIJ) , Estrutura narrativaResumo
Este artigo propõe uma breve reflexão sobre as adaptações do clássico infantil a partir do hipotexto de "Pinóquio", de Carlo Collodi. Temas como a adaptação de livros para o cinema, o foco narrativo de diferentes versões cinematográficas e as diferenças culturais e educativas que impactam as leituras e compreensões fundamentam-se nas abordagens de Naranjo (2002), Sáez (2005) e Giroux (1995). Realizamos uma breve análise comparativa de três adaptações cinematográficas: a versão da Disney (1940), a de Roberto Benigni (2002) e "Pinóquio 3000" (2004), produzida pela Filmax. O foco da análise são as questões vinculadas à educação, bem como as transformações da estrutura narrativa e dos personagens decorrentes da mudança de suporte em diferentes contextos culturais. Este artigo foi desenvolvido como trabalho final da especialização "Livro-tela-livro: adaptação e transfiguração na LIJ" da Universidade Autónoma de Barcelona, e em homenagem à tradutora Marina Colasanti, que guiou a leitura da obra.
Referências
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FILMOGRAFIA
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ROBICHAUD, Daniel (Diretor). Pinocchio 3000. Canadá: Christal Films; Audiovisuais, 2004. 1 filme.
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