Naturalismo, pornografia e histeria em Mártires da virgindade (1900), de Alfredo Gallis

Aline Moreira Duarte

Resumo


Este artigo pretende fazer uma leitura da obra Mártires da virgindade (c.1900), de Joaquim Alfredo Gallis (1859-1910), de modo a explorar o tema da histeria na literatura naturalista. A fim de fundamentar a nossa análise a respeito da histeria no romance selecionado, buscamos observar de que maneira o gênero pornográfico serve ao objetivo do romance naturalista, na medida em que o sexo, em pleno burburinho positivista, parecia ser uma das principais causas das mazelas físicas e mentais, as chamadas “patologias sociais” da sociedade em fins do século XIX.


Palavras-chave


Alfredo Gallis; Mártires da Virgindade; Naturalismo; Pornografia; Histeria.

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DOI: https://doi.org/10.12957/soletras.2015.18530

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SOLETRAS online - ISSN 2316 8838

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