BEBER CAUIM, REMEMORAR E APRENDER ENTRE OS TUPINAMBÁ DO BRASIL COLONIAL

Maria Betânia Barbosa Albuquerque

Resumo


O artigo analisa o consumo de uma bebida fermentada embriagante (cauim), usada entre diversos grupos indígenas do Brasil colonial, em particular os Tupinambá. Resulta de uma pesquisa documental baseada nos Relatos de Viajantes (séculos XVI, XVII) e de Cartas de missionários que descreveram sobre a centralidade dessas práticas entre esses grupos. Teoricamente, apoia-se nas reflexões antropológicas de Brandão (2007; 2002) sobre educação, bem como da história cultural, em particular da história da alimentação. Argumento que, para além da perspectiva da negatividade, o uso de determinadas substâncias em sociedades tradicionais é central na formação de subjetividades, na circulação de saberes e construção de identidades possuindo, portanto, conotações espirituais e pedagógicas.

Palavras-chave


Educação. Memória. Cauim. Tupinambá. Brasil Colônia.

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DOI: https://doi.org/10.12957/teias.2016.24595

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ISSN 1518-5370 [impresso] • 1982-0305 [eletrônico]
Teias, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação – ProPEd/UERJ
Qualis/Capes - A2 (2017/2018) 
DOI: 10.12957/teias

 

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