O DIREITO DA PERGUNTA

Márcia Sá Cavalcante Schuback

Resumo


Resumo:
Esse trabalho parte da necessidade de pensar acerca de um seminário apresentado por Derrida na Södertörns Högskola (Estocolmo), em que ele colocou tacitamente essas questões: Será que o começo do pensamento é uma pergunta? Será que no princípio (da filosofia) era a pergunta? O seminário respondeu dizendo "não", no princípio (da filosofia) é um "sim". A gravidade, a dificuldade, a impossibilidade de se pronunciar esse sim (do começo) se mostra no perguntar de tudo, no falar de tudo, no escrever sobre tudo, que caracteriza a sua performance filosófica. Nessa discursividade incondicional transparece a ausência desse sim (do começo). O direito à deconstrução em "que nada fica fora de questão" parece tentar abolir, no falar incondicional de tudo, a distância da ausência desse sim (de começo).

Palavras-chave: Deconstrução, linguagem e metafísica.

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ISSN 1518-5370 [impresso] • 1982-0305 [eletrônico]
Teias, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação – ProPEd/UERJ
Qualis/Capes - A2 (2017/2018) 
DOI: 10.12957/teias

 

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