PROUST COMO LEITOR E A SALA DE AULA

Ana Luiza Ramazzina Ghirardi

Resumo


Este artigo discute o lugar da literatura nas aulas de línguas apresentando uma estratégia para a utilização de Contre Sainte-Beuve, de Marcel Proust, como uma ferramenta para desenvolver habilidades de escrita e fomentar a autonomia do aprendiz. Para isso, em um primeiro momento, é feita uma análise de como Proust leu o método de Sainte-Beuve e como seu olhar trouxe uma nova perspectiva para entender o eu narrador de um texto literário. Em seguida, essa experiência é transferida para a sala de aula a partir de um texto do próprio Proust, a madeleine, buscando levar o aprendiz a experimentar a mesma experiência do narrador da Recherche. O aprendiz será o centro dessa experiência e se deixará conduzir, a seu modo, pela redação proustiana. Para isso, busca-se problematizar a atitude do aprendiz-leitor frente ao texto literário e fazê-lo, a partir de seu olhar, reconstruir o texto que lhe é apresentado.


Palavras-chave


leitura, aprendiz-leitor, produção escrita, Proust, Sainte-Beuve

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DOI: https://doi.org/10.12957/pr.2013.8508

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