Contato pele a pele e amamentação na primeira hora de vida em tempos de COVID-19 [Skin-to-skin contact and breastfeeding in the first hour of life during COVID-19] [Contacto piel a piel y lactancia materna en la primera hora de vida en tiempos de COVID-19]

Ingrid Lucchese, Fernanda Garcia Bezerra Góes, Naiély França dos Santos, Fernanda Maria Vieira Pereira-Ávila, Aline Cerqueira Santos Santana da Silva, Nathália Oliveira Terra

Resumo


Objetivo: determinar a prevalência e analisar os fatores associados ao contato pele a pele precoce e à amamentação na primeira hora de vida em tempos de COVID-19. Método: estudo transversal realizado em hospital municipal na baixada litorânea do Rio de Janeiro, mediante dados de prontuários. Adotaram-se teste de Qui-Quadrado e Regressão Logística. Protocolo de pesquisa aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa. Resultados: entre 187 prontuários, a prevalência do contato pele a pele e da amamentação na primeira hora foram, respectivamente, 36,7% e 63,2%. Puérperas com um ou dois filhos e recém-nascidos do sexo feminino apresentaram mais chances de o bebê não ser colocado ao seio. A amamentação na primeira hora foi aproximadamente 4,5 vezes maior entre recém-nascidos colocados em contato pele a pele. Conclusão: as prevalências das práticas investigadas foram insatisfatórias. A quantidade de filhos anteriores e o sexo do bebê mativeram-se associados ao contato pele a pele. As práticas analisadas apresentaram associação entre si.

ABSTRACT

Objective: to determine the prevalence and analyze the factors associated with early skin-to-skin contact and breastfeeding in the first hour of life in times of COVID-19. Method: cross-sectional study carried out in a municipal hospital in the coast of Rio de Janeiro, using data from medical records. The Chi-Square Test and Logistic Regression were used. Research ptotocol approved by the Ethic Committee. Results: among 187 medical records, the prevalence rates of skin-to-skin contact and breastfeeding in the first hour were, respectively, 36.7% and 63.2%. Postpartum women with one or two children and female newborns had more chances of the baby not being placed at the breast. Breastfeeding in the first hour was approximately 4.5 times greater among newborns placed in skin-to-skin contact. Conclusion: the prevalence of the analyzed practices was not satisfactory. Number of previous children and the baby's sex remained associated with skin-to-skin contact. The practices analyzed were associated with each other.

RESUMEN

Objetivo: determinar la prevalencia y analizar los factores asociados con el contacto temprano piel a piel y la lactancia en la primera hora de vida en tiempos de COVID-19. Método: estudio transversal realizado en un hospital municipal de la costa de Río de Janeiro, basado en registros médicos. Se adoptaron la prueba Chi-Cuadrado y la Regresión logística. El Comité de Ética en Investigación aprobó los protocolos utilizados. Resultados: entre 187 registros, la prevalencia de contacto piel a piel y lactancia materna en la primera hora fue, respectivamente, el 36,7% y el 63,2%. Las puérperas con uno o dos hijos y las niñas recién nacidas tienen más probabilidad de que su bebé no le sea puesto en el pecho. La lactancia en la primera hora fue aproximadamente 4,5 veces más alta entre los recién nacidos puestos en contacto piel a piel. Conclusión: la prevalencia de las prácticas investigadas no fue satisfactoria. El número de hijos anteriores y el sexo del bebé permanecieron asociados con el contacto piel a piel. Las prácticas analizadas se asociaron entre sí.


Palavras-chave


Aleitamento Materno; Salas de Parto; Recém-Nascido; Alojamento Conjunto.

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DOI: https://doi.org/10.12957/reuerj.2021.61623

Direitos autorais 2021 Ingrid Lucchese, Fernanda Garcia Bezerra Góes, Naiély França dos Santos, Fernanda Maria Vieira Pereira-Ávila, Aline Cerqueira Santos Santana da Silva, Nathália Oliveira Terra

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