ENFRENTAMENTOS PARA A IMPLANTAÇÃO E MANUTENÇÃO DE GRUPOS EDUCATIVOS PARA GESTANTES NA ATENÇÃO BÁSICA EM SAÚDE

Silvia Pereira, Daniele Mendonça Ferreira, Jane Carlos Santana Capelli, Audrey Vidal Pereira, Alexandra Anastácio

Resumo


Este estudo objetiva compreender as forças, oportunidades, fraquezas e ameaças na implementação e manutenção de atividades educativas em grupo para gestantes na atenção básica em saúde e propor um planejamento estratégico para auxiliar profissionais de saúde na operacionalização dessas ações. Utilizou-se a observação participante e entrevista semiestruturada para a coleta de dados. A análise foi realizada utilizando a Matriz FOFA (acróstico para Fortalezas, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças) e o planejamento estratégico foi pautado nos postulados de Matus. Foram consideradas Fortalezas o desejo da equipe em retomar as atividades de grupo, o espaço disponível na unidade e o material educativo disponível.  Como Oportunidades a presença de discentes do Programa de Educação pelo Trabalho do Ministério da Saúde inseridos na unidade. Aponta-se como Fraquezas a falta de planejamento participativo, os meios de divulgação, escolha aleatória das datas, cancelamentos e remarcações das reuniões. Ademais, a metodologia educativa utilizada não seguiu as prerrogativas da aprendizagem crítica reflexiva e da educação popular em saúde. Desta forma, a partir de questões identificadas pelo planejamento estratégico para a continuidade do grupo educativo, os desafios a serem superados estão relacionados, principalmente, em fazer do usuário o protagonista do espaço da instituição de saúde e a mudança de visão da gestão em todas as esferas de poder para consolidar a realização de ações educativas em grupos.

Este estudo descreve as forças, oportunidades, fraquezas e ameaças na implementação e manutenção de atividades educativas em grupo para gestantes na atenção básica em saúde. Propõe, ainda, um planejamento estratégico para auxiliar profissionais de saúde na operacionalização dessas ações. Utilizaram-se a observação participante e entrevista semiestruturada para a coleta de dados. A análise foi realizada utilizando a matriz FOFA (acróstico para Fortalezas, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças), e o planejamento estratégico foi pautado nos postulados de Matus. Foram consideradas Fortalezas o desejo da equipe em retomar as atividades de grupo, o espaço na unidade e o material educativo disponível. Como Oportunidades, a presença de discentes do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde do Ministério da Saúde inseridos na unidade. Apontam-se como Fraquezas a falta de planejamento participativo, os meios de divulgação, escolha aleatória das datas, cancelamentos e remarcações das reuniões. Ademais, a metodologia educativa utilizada não seguiu as prerrogativas da aprendizagem crítica reflexiva e da educação popular em saúde. Desta forma, a partir de questões identificadas pelo planejamento estratégico para a continuidade do grupo educativo, os desafios a serem superados estão relacionados, principalmente, em fazer do usuário o protagonista do espaço da instituição de saúde e a mudança de visão da gestão em todas as esferas de poder para consolidar a realização de ações educativas em grupos.

DOI: 10.12957/demetra.2017.28804

 


Palavras-chave


Educação em Saúde. Gestantes. Planejamento Estratégico.

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DOI: https://doi.org/10.12957/demetra.2017.28804

e-ISSN: 2238-913X


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