ACUENDA, MONA, TEM ALIBÃ NA GIRA! A INFLUÊNCIA DO IORUBÁ NO LÉXICO GAY

Claudio Artur O. REI

Resumo


Este artigo é resultado de um trabalho feito ainda nomestrado, quando estudávamos Dialetologia do Português. Resultadode um sorteio, coube-nos falar sobre o dialeto gay. Para o levantamentodo léxico abordado, recorremos a duas fontes: entrevistas a travestisque faziam trottoir na Praça Paris, no bairro da Glória, no Rio deJaneiro, e a dois terreiros de Candomblé, origem e base do iorubá noBrasil. Após a coleta e análise dos dados, percebemos que não haviadomínio da língua ioruba, apenas de seu léxico disposto em estruturassintático-morfológicas do português, até mesmo os aspectossemânticos estavam associados ao português. Baseados em Sumpf(1973) e Coseriu (1987), tentaremos observar algumas relações dessesubstrato utilizado na fala dos homossexuais.

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DOI: https://doi.org/10.12957/cadsem.2014.14873

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ISSN: 1414-4298 | e-ISSN: 1806-9142

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