na pesquisa com bebês, experiências afetivas e poéticas
DOI:
https://doi.org/10.12957/childphilo.2025.90575Palabras clave:
bebés, afecto, enseñanza, devenir-niñoResumen
Este trabajo es resultado de una tesis de maestría y tiene como objetivo discutir las posibilidades afectivas y poéticas de la investigación con bebés, tanto en términos de experiencias en las interacciones docente-investigadora con bebés en el campo, como en el proceso de escritura de la investigación. El camino metodológico se experimentó en el mapeo de encuentros sensibles entre adultos y bebés en el contexto de una guardería de Río, con miras a mapear afectos de vitalidad y sintonías afectivas vividas en los contactos cotidianos. En la investigación inventamos la expresión “cartografía en dos etapas” para atender la especificidad del arreglo metodológico creado. La primera parte de la investigación se desarrolló en la mencionada guardería, en una clase con bebés, exponiendo la frontera investigadora y docente. La segunda fase de la investigación tuvo lugar al año siguiente y estuvo marcada por el salto del investigador al encuentro de los registros y la creación de escritos. En este sentido, en el diálogo con Ingold, propusimos la investigación como un viaje atencional. El diálogo con Daniel Stern en el campo de la Psicología y con Gilles Deleuze en el campo de la Filosofía configuran el marco teórico central, contribuyendo a la discusión de las intensidades de los caminos compartidos, además de las posibilidades del devenir-niño/bebé en la investigación. En el ejercicio de escritura, se expone el movimiento inventivo de la investigadora, en el esfuerzo por conectar con los bebés, en sus modos multisensoriales de expresión, percatándose, en el texto, del tiempo prolongado de los encuentros y del compartir de un sentimiento con los bebés.
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Citas
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