políticas da cognição em educação matemática

que políticas? que cognição? que in-fâncias?

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.12957/childphilo.2026.95467

Palabras clave:

pensamiento, aprendizaje, concepciones de las matemáticas

Resumen

Este artículo aborda el concepto de «política de la cognición» en la intersección entre la psicología, la enseñanza de las matemáticas y la infancia. Por lo tanto, partimos de las siguientes preguntas: cuando hablamos de política de la cognición, ¿qué política? ¿Qué cognición? ¿Qué infancia? La idea de la política cognitiva se forja en el marco de la obra de Virginia Kastrup y responde, en un primer momento, a un problema planteado en el ámbito de la psicología cognitiva: se trata de dar cuenta de nuevas formas de conocer y de cómo estas nuevas formas de conocer implican nuevos tipos de relación con el aprendizaje y con el propio conocimiento. En los últimos años, la noción de política cognitiva ha ido ganando terreno en la investigación sobre la enseñanza de las matemáticas, de modo que la problemática general de la relación con el conocimiento adquiere contornos singulares para mostrar y hablar de las relaciones que establecemos con el conocimiento matemático y con la infancia. Por lo tanto, planteamos cómo los modelos que abordan la cognición y el aprendizaje en el ámbito de la educación matemática —concretamente la Teoría de los Campos Conceptuales y el Modelo de los Campos Semánticos— ponen en práctica una política de reconocimiento que somete la infancia, a los niños y su aprendizaje a lógicas de normalización mediante la búsqueda de invariantes o significados culturales privilegiados, y a una imagen dogmática del pensamiento. Esta problematización nos lleva a debatir sobre un «convertirse en niño» de las matemáticas y a concebir las matemáticas como una producción humana radical.

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Biografía del autor/a

giovani cammarota, Universidade Federal de Juiz de Fora

Doutor em Educação pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – Campus Rio Claro. Professor Adjunto do Departamento de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e docente permanente do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora. Licenciado em Matemática pela Universidade Federal de Juiz de Fora.

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Publicado

2026-07-31

Número

Sección

dossier "variaciones en tonalidad menor en torno a la infancia, la psicología y la educación."