PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO EDUCATIVO NO MUSEU DE ANTROPOLOGIA DO VALE DO PARAÍBA

Patricia Cristina Cruz Sá, Maria Angela Borges Salvadori

Resumo


Este artigo está inserido em projeto de pesquisa que estuda o Museu de Antropologia do Vale do Paraíba (MAV) enquanto instituição educativa. Aqui a investigação se volta para as relações entre moradores de Jacareí, SP, um museu localizado neste município e uma escola pública que, durante décadas, ocupou o espaço que hoje sedia a instituição museológica. Bem antes disso, na segunda metade do século XIX, o prédio fora originalmente construído para ser residência de um cafeicultor da região. Considerando suas transformações ao longo do tempo, pensamos o MAV como um lugar de memória, especialmente de memória escolar, uma vez que, por quase um século, de 1886 a 1980, o prédio abrigou a Escola Coronel Carlos Porto. Caminhamos na direção de analisar a dimensão imaterial da cultura material escolar a partir dos objetos preservados e das memórias de antigos alunos, professores e funcionários da escola, produzidas no contato com esse espaço e seus artefatos. Nessa análise, entendemos que o MAV tem sido apropriado pelos moradores da cidade a partir de suas próprias lembranças escolares, a despeito de uma tradição que o ligava à grandeza do café e de seus barões.


Palavras-chave


Memória, Museu; Lugares da Memória; Cultura material escolar

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DOI: https://doi.org/10.12957/teias.2018.33841

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ISSN 1518-5370 [impresso] • 1982-0305 [eletrônico]
Teias, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação – ProPEd/UERJ
Qualis/Capes - B1 - Educação
DOI: 10.12957/teias

 

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