Micropolíticas, currículos e formações nas invenções das escolas

Danielle Piontkovsky, Maria Regina Lopes Gomes

Resumo


A escrita deste artigo objetiva problematizar os mecanismos de controle e regulação das atuais políticas educacionais que têm desconsiderado o que é produzido nos cotidianos escolares, afirmando a luta por uma educação pública e de qualidade social. Metodologicamente, usa os estudos e pesquisas com os cotidianos e, nos encontros com os praticantes, produz pistas e indícios de que são nas negociações e composições entre os diferentes saberes e práticas que as micropolíticas cotidianas se inventam e produzem movimentos de (re)existência à imposição de verdades e tentativas de homogeneização das políticas de currículo e de formações docentes. Considera ainda essas micropolíticas como possibilidades de construção do exercício de democracias nos cotidianos das escolas.


Palavras-chave


Currículos; Formações Docentes; Micropolíticas

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DOI: https://doi.org/10.12957/teias.2017.30767

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ISSN 1518-5370 [impresso] • 1982-0305 [eletrônico]
Teias, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação – ProPEd/UERJ
Qualis/Capes - B1 - Educação
DOI: 10.12957/teias

 

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