POR UMA OUTRA MATRIZ EPISTÊMICA

TERRITÓRIO DE AFETOS E PRÁTICAS DE MULHERES QUILOMBOLAS

Autores

  • Lívia Conceição UERJ

DOI:

https://doi.org/10.12957/transversos.2025.93189

Palavras-chave:

Território de afetos, Mulheres, Quilombolas, Mulheres quilombolas, branquitude, Justiça epistêmica

Resumo

Em consonância com o que é proposto por este dossiê, intencionamos neste artigo pensar a categoria de território como matriz teórico-conceitual e epistêmica a partir do que é proposto por Mariléa de Almeida e seu conceito de território de afetos. Em diálogo com a autora em questão, pretendemos refletir sobre a possibilidade de construção de referencialidades outras para a escrita da história e seu ensino. E referencialidades estas que, como em uma batalha epistêmica, busquem colocar em prática uma nova geopolítica e corpo-política da produção do conhecimento na qual prevaleça a justiça epistêmica.

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Publicado

26-08-2026