POR UMA OUTRA MATRIZ EPISTÊMICA
TERRITÓRIO DE AFETOS E PRÁTICAS DE MULHERES QUILOMBOLAS
DOI:
https://doi.org/10.12957/transversos.2025.93189Palavras-chave:
Território de afetos, Mulheres, Quilombolas, Mulheres quilombolas, branquitude, Justiça epistêmicaResumo
Em consonância com o que é proposto por este dossiê, intencionamos neste artigo pensar a categoria de território como matriz teórico-conceitual e epistêmica a partir do que é proposto por Mariléa de Almeida e seu conceito de território de afetos. Em diálogo com a autora em questão, pretendemos refletir sobre a possibilidade de construção de referencialidades outras para a escrita da história e seu ensino. E referencialidades estas que, como em uma batalha epistêmica, busquem colocar em prática uma nova geopolítica e corpo-política da produção do conhecimento na qual prevaleça a justiça epistêmica.
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