ENSAIOS REFLEXIVOS EM TORNO DA ‘EDUCAÇÃO DE MASSAS’ E DAS HOMOGENEIZAÇÕES DA VIDA
DOI:
https://doi.org/10.12957/riae.2025.93711Resumo
A educação infantil como uma instituição utilizada como aparelho de Estado rege uma política de produção de subjetividades que homogeneízam corpos, singularidades e anula possibilidades de agenciamentos que multiplicam modos de vida. Nesse modelo institucionalizado de educação, percebemos que conceitos como infância, educação, tempo, dentre outros, são pautados em relações de poder e de quem detém um certo conhecimento. Percebemos, então, que a partir dos trabalhos de pesquisa realizados pelo grupo IM@GO e o pensamento de filósofos da diferença como Deleuze, Guattari e Foucault, a educação infantil nos possibilita promover encontros entre bebês, crianças pequenas e adultas e adultos, questionando a lógica de controle desses corpos, criando movimentos que subvertem as previsões das modulações. Essas conexões entre os conceitos de infância, tempo e a ideia de pensar nos corpos de bebês e crianças, operadores da infância, com a adulteza do corpo adulto gera linhas de fuga que fissuram e rompem com a lógica sistemática e contínua do sistemas imagens ajudam o grupo IM@GO a construir, a partir de uma pesquisa-experiência, ensaios reflexivos, que geram reverberações que tentam capilarizar a relação entre os conceitos e a proposta de uma “educação de massa”. Para isso, em nosso arcabouço teórico utilizaremos os filósofos da diferença Deleuze, Guattari e Foucault, além de autores como Leite, Rigato e Kohan.
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Copyright (c) 2025 Guilherme Rodrigues de Oliveira, César Leite, Tarcio Gustavo Da silva

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